5 novas tecnologias que ajudam a monitorar o coração

Doenças do coração, principalmente infartos agudos, insuficiência cardíaca, acidentes vasculares cerebrais, doenças vasculares periféricas e infartos fulminantes, são aquelas que mais matam no mundo, conforme a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Em geral, elas estão relacionadas a estilos de vida e podem ser evitadas a partir da adoção de hábitos de vida saudáveis e da realização de exames periodicamente. Ainda assim, elas podem não dar sinais muito claros da sua existência, por isso, monitorar o coração deixou de ser algo a ser realizado apenas em consultas médicas eventuais ou exames anuais para ser uma preocupação constante.

A seguir, mostraremos 5 formas de monitorar o coração com o uso da tecnologia. Acompanhe!

1. Cintas de monitoramento cardíaco

As cintas, que devem ser usadas ao redor do tronco, na altura do fim do osso esterno, contêm sensores similares aos utilizados em um eletrocardiograma. Esses sensores medem os impulsos elétricos cardíacos de forma confiável tanto em repouso quanto durante a prática de exercícios como a corrida.

Além de medir, registrar e salvar as batidas por minuto, as cintas “conversam” com aplicativos e softwares por meio de bluetooth, permitindo que o usuário transfira todos os dados e leve ao médico para fazer análises a partir deles.

2. Relógios e pulseiras para medição cardíaca

Esses tipos de equipamento contam com sensores de LED que monitoram o fluxo sanguíneo. Em geral, os relógios contam ainda com funções como GPS e player de música, além de memória para salvar uma boa playlist e os dados detectados pelos sensores.

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As pulseiras por sua vez são mais simples, mas também contam com memória e com dicas de como cuidar melhor da sua saúde, dependendo dos dados coletados. Ambos os tipos de equipamento são recomendados, principalmente, para monitoramento do coração em repouso e na academia.

3. Aplicativos para monitorar o coração

Os mais simples utilizam a câmera do celular para detectar mudanças na coloração da pele dos dedos, causadas pelo fluxo sanguíneo.

Os mais complexos — e que apresentam resultados mais confiáveis — compõem um sistema com dispositivos que contêm sensores de impulsos elétricos (semelhantes aos de eletrocardiogramas e das cintas de monitoramento cardíaco).

São usados para acompanhamento do ritmo cardíaco em repouso e para verificar alterações nos batimentos em situações específicas.

4. Eletrocardiograma com laudo a distância

O exame é feito exatamente da mesma forma que um eletrocardiograma comum: a partir da captação da atividade elétrica que faz o coração pulsar, feita por meio de eletrodos colados sobre a pele do tórax, braços e pernas, um aparelho chamado eletrocardiógrafo registra essa atividade em um gráfico, o qual é, então, analisado por um médico.

A diferença é que o médico responsável pela análise dos dados e detecção de problemas não fica no local onde o exame é realizado e os dados são transmitidos para ele via internet (por e-mail ou utilizando um sistema on-line próprio para isso).

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Esse tipo de eletrocardiograma possibilita que os laudos sejam feitos por equipes especializadas, o que diminui as chances de erro, e que o resultado seja obtido rapidamente, a qualquer horário do dia ou da noite.

5. Monitores cardíacos implantáveis e wireless

Esses minúsculos aparelhos representam a tecnologia mais recente tanto no ramo dos monitores cardíacos quanto no âmbito da telemedicina. Semelhantes a marcapassos, eles são implantados no peito e passam a registrar os batimentos cardíacos, transmitindo-os em tempo real para médicos e enfermeiros especialistas.

A partir disso, é possível detectar as mais leves alterações sem precisar marcar consultas para recolher os dados do aparelho e analisá-los, além de fazer alterações no tratamento de pacientes cardíacos.

Quer saber mais sobre como a tecnologia contribui para monitorar o coração de maneira confiável? Confira, neste outro artigo, as vantagens de ter um eletrocardiógrafo digital na sua clínica.

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