Qual é o futuro da telemedicina?

A tecnologia tem ajudado muitos setores a se desenvolverem por meio do trabalho à distância, que, além de ser mais barato, acaba agilizando os processos e facilitando a vida de todos. Uma área que está tendo muita vantagem com o uso da tecnologia e da internet é a telemedicina, que vem crescendo rapidamente no Brasil e no mundo.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), esse instrumento da área médica nada mais é do que a oferta de serviços e os cuidados à saúde de forma remota, onde a distância é um fator crítico. Mas, como será o futuro da telemedicina? Saiba mais a seguir!

A saúde a distância cada vez mais próxima

Além de ser uma prática que pode ser utilizada no atendimento médico, a telemedicina oferece uma ampla quantidade de recursos para as áreas de pesquisa, educação e assistência a distância, utilizando-se de modernas tecnologias de informática e das telecomunicações, para criar soluções e ferramentas que ajudem os profissionais da área da saúde.

São muitos os benefícios que a telemedicina pode trazer. Confira alguns:

  • A prática é mais barata e mais eficiente, pois o paciente sendo atendido de forma remota, agiliza o tempo de consulta e reduz o tempo de espera. Também reduz gastos com espaço físico e outras contas, além de poder ser proporcionada 24 horas por dia.
  • Aumenta o engajamento do paciente, tornando todo o processo de atendimento menos desgastante para ele, e estimula a prevenção, fazendo com que o paciente não procure por um médico só em último caso.
  • Democratiza os cuidados em saúde, diminuindo a barreira econômica e social imposta pela sociedade, pois basta o paciente ter acesso à internet, para poder ser atendido de qualquer lugar do mundo.
  • Doentes crônicos podem ter acesso a um atendimento remoto permanente. Nos Estados Unidos, isso já ocorre, sendo um direito por lei.
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Mas ainda há alguns fatores que fazem com que haja uma certa resistência dos governos para a implementação da telemedicina em muitos estados do Brasil, como a resistência a mudanças comportamentais e organizacionais, o atendimento menos humanizado (a relação médico/paciente), o preconceito e as limitações tecnológicas, a confidencialidade de dados clínicos e a falta de segurança na comunicação, e principalmente, o investimento inicial em tecnologia.

O futuro da telemedicina

Uma pesquisa realizada neste ano pelo Physician Trends 2016 Report, trouxe algumas tendências sobre a telemedicina nos Estados Unidos. Entre elas, observou-se que até 2017, cerca de 70% dos empregos terão a telemedicina como um dos seus benefícios. Também constatou-se que a telemedicina pode alcançar 7 milhões de pacientes com seus serviços, até 2018.

No Brasil, a expectativa é de que a telemedicina de baixo custo, baseada na internet, venha a ser a melhor alternativa, já que a implementação pode ser mais rápida.

Outra maneira de utilizar os benefícios da telemedicina, é por meio das videoconferências, que podem fazer com que centros hospitalares possam conectar-se entre si e com as unidades básicas de saúde da sua região, organizando o processo de atendimento médico de acordo com a complexidade.

Outras atividades como o telediagnóstico, já têm avançado, com o uso do teleletrocardiograma e da telerradiologia, por exemplo.

Para que o futuro da telemedicina possa ser promissor e ajude pacientes e profissionais a resolverem problemas de saúde de forma mais rápida e precisa, é essencial que os profissionais da área, setores público e privado e pacientes, estejam unidos e de acordo, para que, de fato, ela possa ser aplicada no dia a dia da medicina brasileira. Mas para isso, é necessário que a sociedade tenha um tempo para se adaptar a essa nova realidade.

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