Qual é o status da telemedicina no Brasil?

A telemedicina no Brasil está caminhando a passos promissores tendo em vista a entrada de novas tecnologias, mais profissionais interessados em implantar a prática e a facilidade em utilizar os equipamentos disponíveis.

Criada nos Estados Unidos na década de 70 e trazida ao Brasil em 1990, atualmente ganha espaço em todas as vertentes clínicas, seja no atendimento por teleconsultas, videoconferências, dispositivos em aplicativos móveis e até na emissão de laudos on-line.

O Brasil é considerado um dos países mais interessados em implantar essa ferramenta, pois as pesquisas apontam benefícios no sistema público e conveniado de saúde. Por isso, se você quer saber em qual status estamos, acompanhe este post!

O que é a telemedicina?

Telemedicina é a evolução natural dos cuidados em saúde que acontece devido ao mundo digital. As estratégias da telemedicina encurtam distâncias geográficas e aproximam os pacientes dos médico especialistas.

As ferramentas envolvem áreas relacionadas ao diagnóstico e monitoramento de pacientes. Nesse sentido, é possível atender pacientes por meio da teleconsulta, acompanhar os registros clínicos por aplicativos de telefones celulares e propor intervenções terapêuticas.

Uma das áreas clínicas mais promissoras é o acompanhamento dos pacientes com problemas cardiovasculares. Nesse contexto, tem-se o eletrocardiógrafo, em que é possível realizar testes em repouso e exercícios e emitir laudos on-line.

O que diz a legislação brasileira?

A legislação não se responsabiliza totalmente pela prática pois a considera uma especialidade tecnológica. Em 2002, o Conselho de Medicina editou regras de conduta para as atividades de telemedicina, considerando as questões relacionadas à remuneração pelos serviços.

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No ano de 2003 surgiram pesquisas para detecção de diagnóstico, evolução dos tratamentos e estratégias tecnológicas para acompanhamento remoto. Como o passar dos anos e das inovações inseridas no Brasil, foi necessária a formalização do Conselho Brasileiro de Telemedicina — hoje, Associação Brasileira de Telemedicina e Telessaúde.

Essa instituição acompanha as principais atividades de telemedicina, orienta os profissionais de saúde sobre as práticas e monitora as principais reclamações.

O período de grande ascensão da telemedicina no Brasil iniciou-se em 2011 e perdura até hoje. Os trabalhos referem-se à telerradiologia, ao monitoramento a distância de funções fisiológicas (pressão arterial e parâmetros cardiológicos) e aos níveis metabólicos de glicose e hormônios.

Cases de sucesso no Brasil

A área da telemedicina de maior impacto até o momento se relaciona às videoconferências em saúde (telessaúde). É possível acompanhar procedimentos clínicos em lugares distantes, reunir profissionais em prol de um diagnóstico e capacitá-los com assuntos diversificados.

Também têm se destacado os procedimentos de telerradiologia com emissão de laudos a distância, registro de dados clínicos em nuvens e recomendações clínicas via telefones celulares (smartphones).

Assim, é possível investir em estratégias clínicas e tecnológicas para pacientes residentes em comunidades carentes. Os exames oculares já são feitos pelo sistema público com rapidez e acurácia nunca antes imaginados.

Empresas como a Ventrix investem em monitoramento das funções cardiovasculares com emissão de laudos antes e após esforço físico. Devido à grande proporção de pacientes portadores de doenças crônicas tais como hipertensão, diabetes, câncer entre outras, o monitoramento da função cardiovascular é uma questão necessária.

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A telemedicina é uma ferramenta que alia os conhecimentos clínicos atuais com as técnicas tecnológicas mais avançadas. Por isso, sabendo da inserção benéfica e interessante da telemedicina, avalie as possibilidades de implantá-la na sua empresa.

Se quiser saber mais sobre o tema, baixe nosso e-book gratuitamente: Telemedicina: saiba tudo sobre essa tecnologia.

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