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Por que meu laboratório deveria ter um blog corporativo?

Prestar serviços de qualidade é o primeiro passo para conquistar e fidelizar clientes, e ao mesmo tempo, criar uma boa imagem de sua marca no mercado. Contudo, dada a variedade de laboratórios aos quais as pessoas podem recorrer para fazerem seus exames, isso é insuficiente: é preciso investir no relacionamento com o cliente, que pode ser feito por diversos meios, inclusive via um blog corporativo.

Neste texto, vamos explicar quais as vantagens para os laboratórios de criar e manter atualizados os blogs corporativos. Confira:

Blog corporativo: canal de interação com o cliente

Um blog corporativo é um canal por meio do qual pode haver troca de informações com — efetivos e prováveis — clientes. O tipo de informação a ser trocada ali depende da estratégia adotada. Porém, de forma geral, as empresas publicam conteúdos relacionados às áreas em que estão inseridas e aos produtos ou serviços que oferecem.

Do outro lado, o público manifesta em comentários o que pensa sobre os produtos e serviços, ou quais suas dúvidas com relação a eles e à área da empresa.

Isso significa que o blog é um ambiente de interação com o cliente — no caso de laboratórios, pacientes —, que permite que ele conheça melhor aquilo que é oferecido pela empresa e, da mesma forma, que a empresa entenda os anseios e as dúvidas dos clientes.

Atualização constante: melhor ranqueamento 

Um site corporativo é uma página de conteúdo estático, e só será encontrado por buscadores se a pessoa pesquisar especificamente pela marca ou área de atuação (como “laboratórios de exames em São Paulo”, por exemplo). 

Já um blog corporativo constantemente atualizado com conteúdos originais é mais valorizado por ferramentas de busca como o Google, e acaba ficando melhor ranqueado nos buscadores. Dessa forma, o blog funciona como importante gerador de tráfego para o site da empresa, levando novos potenciais clientes a conhecer o laboratório e seus serviços.

Para isso acontecer, no entanto, é importante que o trânsito entre o blog e a home do site seja fácil, com botões claros e objetivos que levem a pessoa de uma página à outra. É preciso também adotar técnicas de SEO para otimização de títulos e chamadas para que os textos sejam facilmente encontrados nas ferramentas de busca.

Conteúdos de qualidade: referência na área

A produção e publicação de conteúdo de qualidade sobre a área de atuação do laboratório faz com que a sua marca ganhe confiança e se torne referência no tema. Para isso, é importante falar sobre o mercado, comentar pesquisas e publicar textos informativos. 

É importante, ainda, que o conteúdo publicado seja validado com links de onde os dados foram tirados ou entrevistas com especialistas.

Ao se tornar referência, a empresa torna-se mais “lembrada” tanto por pessoas que precisam dos serviços prestados pelo laboratório quanto por aquelas que só fazem pesquisas sobre temas de que trata o blog corporativo. Tudo isso contribui para a imagem da empresa.

É desta forma que nós trabalhamos: constantemente publicando textos relacionados ao mercado dos laboratórios de imagem em nosso blog corporativo. Se você tem interesse em acompanhar todas as nossas postagens, curta nossa página no Facebook e fique sabendo em primeira mão sobre os novos textos em nosso blog.

As vantagens de utilizar o neuromarketing em seu laboratório

Há muito tempo, o comportamento do consumidor é estudado com afinco. É um dos grandes desafios do marketing, que busca sempre interpretar as ações do cliente para, assim, oferecer a ele o que ele busca. Nesse cenário, o neuromarketing pode ser a resposta para algumas perguntas.

Trata-se de um conceito que usa fundamentos científicos para investigar o papel fundamental que as emoções e os mecanismos cerebrais inconscientes têm na tomada de decisões. Assim, ele obtém respostas neurofisiológicas dos entrevistados, sem verbalização ou expressão escrita.

Ou seja, enquanto a pesquisa convencional tem como base os depoimentos dos entrevistados sobre o que fazem, pensam ou sentem, o neuromarketing analisa medições psicofisiológicas periféricas e centrais (como atividade cerebral, frequência cardíaca, ressonância magnética e resposta galvânica da pele) — aquilo que não é verbalizado.

Decisões inconscientes

Estudos demonstram que 95% das decisões humanas são inconscientes. O especialista Gruppe Nymphenburg, um dos pioneiros do neuromarketing, avalia que 50% das decisões de compra são feitas inconscientemente no ponto de venda em menos de 2,5 segundos.

Isso ocorre pela ação dos marcadores somáticos. Eles se desenvolvem nos 6 primeiros anos de vida, quando o cérebro está menos condicionado e é mais receptivo. Nesse período, dois fatores nos marcam: o sofrimento e o prazer. No futuro, decisões automáticas ou subconscientes serão guiadas para fugir da dor ou buscar o prazer.

Durante o processo de tomada de decisão, há uma maior presença de dopamina no sangue. Quando está sob sua influência, o indivíduo apresenta conduta bem mais consumista. Sabendo disso, é importante conseguir identificar o momento em que o cliente está mais propenso a fechar negócio.

Além da publicidade, o neuromarketing pode ser útil na área de saúde, para fornecedores de bens e serviços, para a indústria de entretenimento ou em campanhas políticas.

Neuromarketing no laboratório

Entender como funciona a mente do paciente ajuda a saber quando ele estará receptivo a ofertas de serviços — e aproveitar que as características do neuromarketing ajudam a atraí-lo e fidelizá-lo. A ideia é que o paciente fique mais aberto a aceitar o tratamento que ele mesmo procura.

O uso do neuromarketing implica uma estratégia relacionada aos cinco sentidos do ser humano: visão, olfato, audição, tato e paladar. Para colocá-la em prática, é preciso pensar nos ambientes — da recepção aos consultórios — em que o paciente é recebido.

A recepção é o cartão de visitas da empresa, pois transmite a primeira impressão. Decore o local para que seja um ambiente agradável. Deixe material de leitura disponível na recepção para que o paciente tenha um momento de relaxamento enquanto aguarda.

Visão

  • Móveis novos e limpos;
  • iluminação que valorize a harmonia e a limpeza do ambiente;
  • quadros e flores;
  • evite ter um relógio a vista (ele pode aumentar a pressa do paciente);
  • uma tela na recepção, transmitindo propagandas do laboratório, ajuda a transmitir a visão, a missão, os valores e a responsabilidade da empresa.

Audição

  • Os colaboradores deve ser capacitados para entender a importância da qualidade do atendimento, da simpatia, da atenção e da gentileza;
  • na hora do orçamento, use palavras simples e não deixe dúvidas. Se algo não ficar claro, as chances de que ele adquira o serviço diminuem;
  • evite reduzir o preço no primeiro pedido do paciente. Isso pode demonstrar insegurança.

Olfato

  • De preferência, tenha um aroma suave e agradável, exclusivo do laboratório;
  • evite usar produtos com odor forte;
  • evite que refeições sejam feitas na recepção.

Paladar

  • Tenha um espaço para que pacientes possam se servir de água, chá ou café. O paladar está diretamente ligado ao afeto.

Tato

  • Deixe na recepção álcool em gel para o paciente sinta as mãos limpas. Nos banheiros, coloque um sabonete sedoso que deixe as mãos hidratadas.

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Entenda como melhorar os métodos gráficos em cardiologia

Na cardiologia, assim como nas demais áreas da medicina, é essencial a utilização de exames para darem suporte ao diagnóstico clínico e assim estabelecer a melhor conduta terapêutica para o paciente.

Sem dúvida, dentre esses exames os métodos gráficos em cardiologia são os mais importantes para o estudo das alterações cardíacas.

Quer conhecer um pouco mais sobre cada um desses métodos e qual é a melhor forma de melhorar sua realização na prática médica? Confira!

Quais são os métodos gráficos em cardiologia?

Eletrocardiograma

Esse exame é utilizado para avaliar a atividade elétrica do músculo cardíaco. Por meio de eletrodos conectados em pontos específicos do tórax do paciente, são captados os impulsos elétricos que são imediatamente registrados em papel na forma de gráficos.

Também chamada de eletrocardiograma, essa representação gráfica é analisada e comparada à traçados gráficos considerados normais. A partir daí, é possível detectar diversas alterações cardíacas como infarto agudo do miocárdio, arritmias, patologias coronarianas, aumento de câmaras cardíacas, dentre outros.

Teste ergométrico

Esse é um teste de esforço que avalia a função cardíaca sob condição de estresse. Para isso, o paciente é monitorado com eletrocardiograma enquanto aumenta-se a intensidade do exercício físico, com início no repouso.

A partir disso, é possível avaliar a capacidade cardiorrespiratória global do paciente e identificar se há ou não isquemia do músculo cardíaco.

Holter 24 horas

Esse exame nada mais é que a realização de um eletrocardiograma contínuo do indivíduo, por um período de 24 horas. Dessa forma, o paciente carrega em sua cintura um aparelho computadorizado, do qual saem os fios dos eletrodos que ficam conectados ao tórax.

Assim, pela análise do resultado, é possível identificar arritmias bem como as características dessa alteração (como frequência, morfologia e duração). É importante também para apontar a isquemia coronariana em indivíduos assintomáticos, chamada de isquemia transitória.

Quais fatores interferem na realização dos exames?

Erros de técnica

Realizar um exame gráfico cardiológico não é complicado, porém exige atenção e cuidado para que pequenos erros não comprometam todo o processo.

Dentre os erros de técnica mais comuns estão aqueles relacionados à interferência, que podem ocorrer por:

  • posicionamento incorreto dos eletrodos no tórax;
  • ligação errada entre eletrodos e o cabo do paciente;
  • uso de gel impróprio para o exame;
  • preparação do paciente de forma incorreta.

Paciente inquieto

Muitos pacientes podem estar nervosos durante o exame, o que é compreensível. Contudo, o nervosismo pode gerar agitação e prejudicar a permanência correta dos eletrodos.

Além disso, a própria agitação pode levar ao aumento da frequência cardíaca e alterar o resultado do exame.

Quais técnicas podem melhorar a aferição?

Basicamente, todas as técnicas que reduzem a interferência na realização dos métodos gráficos cardiológicos podem melhorar sua acurácia. Veja a seguir.

Acompanhamento constante do paciente

Antes de todo o processo, é muito importante explicar para o paciente como funciona o exame e fornecer orientações gerais como não usar objetos metálicos e realizar tricotomia prévia.

Afinal, certificar-se de que o paciente está a par do que vai acontecer é uma das melhores formas de tranquilizá-lo, o que, sem dúvida, é primordial numa boa relação médico-paciente.

Técnica de TeleECG

Essa é outra solução muito eficaz para reduzir a interferência na realização do eletrocardiograma. Por meio dessa técnica, o ECG pode ser realizado a distância, sendo o laudo emitido on-line e encaminhado direto para a clínica.

Portanto, mais importante do que utilizar os métodos gráficos em cardiologia para a investigação de alterações cardiológicas é assegurar que o resultado desse exame será confiável. E, para isso, nada melhor que investir em tecnologias como o TeleECG sem esquecer do quanto é essencial uma boa relação médico-paciente.

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Entenda o que é um sistema PACS de uma vez por todas

A sigla do sistema PACS vem do inglês, Picturing Archiving Comunication System, que, na tradução literal, significa “armazenamento e comunicação de imagens”. Essa tecnologia tem sido implantada em muitas instituições de saúde, com o propósito de organizar os resultados dos exames.

Contudo, suas aplicações podem ser ampliadas no sentido de garantir maior produtividade para as empresas em saúde, controle dos arquivos gerados e envio de informações médicas com segurança.

Legal, não é? Quer saber mais sobre essa inovação para as empresas de saúde? Então, aproveite nosso post de hoje e descubra!

Facilidade para integrar informações médicas

Esqueça o cenário de uma central física de arquivos médicos! Agora, todas as informações clínicas dos pacientes podem ser arquivadas nos programas de computador. Os resultados de exames laboratoriais, os laudos radiológicos e as condutas terapêuticas estão salvos nos prontuários eletrônicos.

Além disso, com o sistema PACS, é possível ter acesso a diversos tipos de exames radiológicos, tais como mamografia, tomografia, ultrassonografia, entre outros, e integrá-los ao sistema de informações do radiologista (RIS). Este último, quando integrado ao sistema PACS, possibilita promover links com imagens médicas e rastrear todas as informações relacionadas aos caminhos percorridos pelos pacientes.

Ademais, essa vantagem permite o acesso aos radiologistas que desejam emitir uma segunda opinião médica, conforme os resultados dos pacientes, ou transferir esses dados clínicos para o sistema DICOM e salvar as imagens em JEG ou CD.

Redução de custos operacionais

Apesar da implantação do sistema PACS requerer um considerável investimento financeiro e treinamento de pessoal, as consequências em longo prazo justificam sua prática. Isso porque esse software reduz os custos operacionais em longo prazo.

A primeira vantagem é a eliminação da impressão de laudos radiológicos, o que corrobora com a tecnologia paperless. Em seguida, pode-se perceber a redução drástica de espaço físico destinado ao arquivo de laudos e exames.

Além do mais, esse sistema apresenta uma espécie de controle de qualidade dos exames, que funcionaria da seguinte maneira: após a inserção dos exames, ocorre uma verificação para identificar falhas nesse processo; se o exame não tiver nenhuma pendência, ele é armazenado; caso contrário, o profissional será avisado a tomar as devidas providências.

Acesso remoto aos dados clínicos

Com o sistema PACS, é possível acessar dados clínicos e radiológicos dos pacientes de forma remota, graças à possibilidade de conectar os dados pela internet de forma segura e com confiabilidade.

O sistema PACS faz todo o serviço para os radiologistas, na medida em que insere os dados, verifica a incompatibilidade e ajuda os médicos na leitura de imagens recuperadas pelos exames. Tudo isso em apenas um programa!

Essa tecnologia é uma evolução se comparada aos filmes radiológicos e às impressoras, porém, não tão eficiente quanto um armazenamento de dados na nuvem.

O sistema PACS é uma plataforma que permite a inserção, a avaliação e o armazenamento de imagens médicas de forma organizada e controlada. Essa tecnologia otimiza os trabalhos médicos, diminui as atividades operacionais e possibilita a concentração na interpretação dos exames. E, como toda inovação, apresenta as vantagens e desvantagens de implantação — por isso esta deve ser bem planejada.

Agora que já entendeu as informações sobre o sistema PACS, fique por aqui e leia também sobre como garantir a segurança de dados na Telemedicina!

Por que clínicas precisam se preocupar com uma segunda opinião médica?

A segunda opinião médica é uma questão importante e necessária tanto para os pacientes quanto para os gestores clínicos.

Diante dos novos conhecimentos científicos e das descobertas tecnológicas que facilitam o diagnóstico e a intervenção terapêutica, é esperado que uma segunda avaliação faça parte da rotina dos pacientes.

Além disso, os gestores das clínicas devem entender que esse procedimento é direito do paciente e cabe ao estabelecimento fornecer estratégias diferenciadas para conquistar a empatia do seu público.

Quer saber mais sobre por que as clínicas precisam se preocupar com uma segunda opinião médica? Continue a leitura deste post e entenda!

Garantir resultados mais precisos

Os pacientes que estão em busca de uma segunda opinião médica querem certificar-se do primeiro diagnóstico.

As causas são diversas e envolvem desde a falta de confiança nos primeiros profissionais até a carência de exames que possam oferecer o parecer final.

Sabendo disso, as empresas clínicas devem ofertar serviços diferenciados, tais como os da telecirurgia e telerradiologia, que fornecem ferramentas de diagnóstico e intervenção mais avançadas se comparadas aos métodos tradicionais.

Adicionalmente, devem melhorar o acolhimento clínico dos pacientes, que já chegam aos consultórios fragilizados emocionalmente e, muitas vezes, sem perspectivas positivas sobre uma nova opinião médica.

Possibilitar novas interpretações clínicas

As queixas dos pacientes sobre os resultados clínicos frequentemente estão relacionadas à pouca assertividade. Nesses casos, os médicos precisam supor um diagnóstico mais próximo, conforme os sintomas relatados.

Essa situação pode ser consequência de equipamentos obsoletos, técnicas ultrapassadas, pouco conhecimento sobre a doença ou profissionais clínicos que não são especialistas no assunto. Tudo isso gera insegurança e descrença por parte dos pacientes.

Portanto, os gestores clínicos precisam adquirir tecnologias em saúde com especificidade e sensibilidade para identificar alterações clínicas em estágios iniciais ou, então, investir em práticas de telemedicina.

Levantar as principais demandas

Para os gestores de clínicas, é fundamental fazer um levantamento das principais solicitações para uma segunda opinião médica e pensar em soluções para diminuir essas queixas.

Serviços de cardiologia, oncologia, dermatologia e cirurgias costumam gerar muita demanda por um segundo diagnóstico. A alternativa para mudar esse cenário seria a aplicação do telediagnóstico, técnica que possibilita uma abordagem completa, mesmo sendo a distância.

Com o levantamento das principais necessidades clínicas, será mais produtivo implantar medidas que resolvam os problemas de diagnóstico, fidelizem os paciente e garantam a sustentabilidade da empresa.

Prezar pela excelência no diagnóstico

Sabendo que a segunda opinião médica é cada dia mais frequente e, às vezes, questionadora demais, os gestores não podem se desestruturar emocionalmente diante dessa situação.

Isso porque muitas clínicas tendem a oferecer técnicas de diagnóstico sem comprovação científica ou em fases iniciais de uma pesquisa clínica (sem permissão), o que pode comprometer fortemente a relação de confiança entre médico e paciente.

Ademais, é importante sempre prezar pela assistência de qualidade e pelo armazenamento de dados, garantindo privacidade das informações clínicas dos pacientes.

Como vimos, a segunda opinião médica é uma questão delicada, mas que precisa ser tratada como direito do paciente e dever da empresa.

Para tanto, os gestores clínicos devem aproveitar essa situação e elaborar estratégias de melhorias, por meio da aquisição de novos equipamentos, do treinamento para acolher os pacientes e da otimização dos serviços prestados.

Conhecendo todos os pontos que levantamos hoje sobre uma segunda opinião médica, você já pode começar a pensar em novos planos para a sua clínica.

E agora, depois desta leitura, convidamos você para continuar acompanhando nosso conteúdo e descobrir também as 4 vantagens de oferecer telediagnóstico e laudos on-line!

Telemedicina x telessaúde: você sabe qual a diferença?

Telemedicina e telessaúde, apesar de serem termos que geram confusão entre as pessoas — além de já terem sido usados como equivalentes — são ferramentas metodológicas distintas.

Podemos entender que a telessaúde abarca diversos saberes, inclusive a telemedicina — apesar das duas estratégias convergirem para um benefício em comum, que é melhorar a assistência ao paciente. A telemedicina abarca todas as práticas de saúde realizadas à distância.

Ambos os avanços científicos e tecnológicos permitem que a saúde chegue com mais qualidade ao paciente, mesmo nos lugares mais remotos.

Os pilares norteadores dessas duas atividades são: fornecer suporte científico, médico e outros conhecimentos relevantes na área da saúde, encurtar as distâncias geográficas e aproximar os saberes entre os profissionais de saúde e pacientes.

Se você ainda tem dúvidas sobre as diferenças entre telessaúde e telemedicina, este post foi feito para você! Acompanhe!

O significado de telessaúde

Telessaúde está relacionada a várias atividades que envolvem os cuidados com a saúde, sendo promovida por meio da tecnologia, dos serviços de informação e das telecomunicações. Ela pode ser compreendida como a troca de saberes em saúde, por meio de recursos tecnológicos, desde os mais simples aparelhos (telefones celulares e tablets), até as máquinas computacionais mais complexas.

Para cada finalidade é possível trabalhar um aspecto dentro da telessaúde. O primeiro exemplo é a tele-educação, que utiliza da técnica de videoconferência on-line e off-line para propagar conhecimentos entre profissionais de saúde e pacientes.

Assim, é possível atualizar os conhecimentos sobre novas legislações, procedimentos autorizados pelos sistemas de saúde e cursos de capacitação das mais diversas áreas. Também é possível acompanhar técnicas cirúrgicas em tempo real, discutir casos clínicos de grande complexidade ou fomentar parcerias entre hospitais de diferentes localidades.

Outra ferramenta interessante é a teleconsulta, em que o profissional faz uma anamnese por meio de dispositivos tecnológicos e envia os resultados a um profissional especialista para finalizar o telediagnóstico. Essa praticidade permite desvendar diagnósticos mais complexos de pacientes distantes geograficamente e estabelecer condutas terapêuticas específicas.

A telessaúde trouxe muitos avanços para a área da saúde, desde simples conversas ao telefone ou pela internet, entre médicos e pacientes, para discutir sobre um diagnóstico, até a utilização da robótica em procedimentos mais avançados. Tudo isso adequado às rotinas já implementadas pela nossa sociedade informatizada e antenada às novas tendências tecnológicas.

Telemedicina inserida na telessaúde

A telemedicina, por outro lado, se trata de uma categoria existente dentro da própria telessaúde, sendo a tecnologia que proporciona essa troca de informações entre médicos e pacientes, mesmo que a distância.

Isso tem permitido que os serviços médicos cheguem a qualquer lugar, indo além de hospitais e consultórios. Por meio da telemedicina, os pacientes podem obter seus resultados de exames mesmo em clínicas que não dispõem de um especialista, por exemplo. E esse recurso vai muito além disso: a partir da telemedicina, é possível realizar exames e até cirurgias a distância, com o uso de robôs que podem ser controlados de qualquer lugar do mundo! Incrível, não é mesmo?

Outras áreas muito promissoras da telemedicina são a telerradiologia, a telecardiologia e a emissão de laudos a distância. No primeiro caso, é possível enviar e transmitir imagens radiológicas com a mesma qualidade dos laudos impressos. Já a telecardiologia tem como fundamento a utilização de parâmetros para avaliar a função cardiovascular do paciente, mesmo residindo em localidade distante.

O simples envio do ECG poderá identificar os principais sinais anginosos vindos de uma unidade básica de saúde e, por meio da análise de especialistas clínicos, predizer as complicações cardiovasculares desse paciente.

A tele-enfermagem é outra promessa que vem ganhando espaço e diz respeito aos cuidados assistenciais ao paciente, por meio de tecnologias de informação. Um dos campos de maior demanda são as instituições de longa permanência para idosos ou pacientes em regime de home care. Isso porque toda a abordagem assistencial é feita por equipamentos eletrônicos que enviam também os resultados de exames solicitados e ajudam nas orientações dos enfermeiros.

É importante ressaltar que todas essas atividades devem ser regulamentadas pelos conselhos profissionais e necessitam de orientações específicas.

Aspectos históricos

A principal diferença da telessaúde para a telemedicina, como mencionado anteriormente, é que a primeira trata de um campo bem mais amplo, no qual a telemedicina está inclusa. Agora que já vimos os conceitos dos dois termos, vamos às principais diferenças entre eles.

A telessaúde é bem mais antiga, tendo sua primeira participação na medicina, segundo relatos históricos, no começo do século XX, quando o rádio começou a ser utilizado como forma de levar serviços médicos até a Antártica. Já a telemedicina, bem mais recente, surgiu nos anos 70, nos Estados Unidos, com a intenção de levar um melhor atendimento médico às zonas rurais.

Enquanto a telessaúde trata de todo o tipo de uso de serviços de informação relacionados à saúde, partindo de instrumentos de comunicação tecnológica, a telemedicina se configura como uma categoria dela, proporcionando serviços diretos e especializados para os médicos e enfermeiros. Por meio dela é possível assistir, e até mesmo controlar a partir de robôs, uma cirurgia que está acontecendo do outro lado do mundo, por exemplo.

Todavia, como os propósitos assistenciais são convergentes, atualmente a Organização Mundial de Saúde tem optado por entender os dois termos como sinônimos.

Benefícios avaliados

A telessaúde pode ser considerada uma prática que auxilia na disseminação de conhecimentos clínicos e medicamentosos, fomentando uma discussão válida em torno da melhor assistência ao paciente, independentemente da técnica adotada.

Por outro lado, a telemedicina foca nos princípios diagnósticos, terapêuticos e metodológicos que melhoram o cuidado assistencial ao paciente. Suas vertentes podem garantir um laudo radiológico mais rápido e de boa qualidade, um ECG que pode salvar vidas ou o aperfeiçoamento de práticas cirúrgicas minimamente invasivas que podem garantir um prognóstico mais favorável ao doente.

Com a telemedicina, os médicos e enfermeiros podem fazer diagnósticos muito mais ágeis para seus pacientes. Além disso, para aquelas clínicas que se localizam em áreas de difícil acesso e não contam com um médico especialista para fazer esses diagnósticos, essa é uma forma eficaz, simples e de baixíssimo custo para se contar com a ajuda especializada. Mesmo que à distância, os pacientes não deixam de ser atendidos por um serviço de qualidade.

E então, ficou clara a diferença entre os termos telessaúde e de telemedicina? Você já cogitou utilizar a tecnologia para oferecer telediagnósticos aos seus pacientes? Comente!

Internet das Coisas na área da saúde: 6 maneiras de adotar

A Internet das Coisas na área da saúde é uma promessa da medicina em todos os níveis de assistência. Os recursos são infindáveis e as ideias vão surgindo a cada nova tecnologia.

O conceito é amplo e envolve desde inovações tecnológicas que facilitam o cotidiano das pessoas até processadores que integram dados pessoais em serviços administrativos, bancários e clínicos.

A aplicação da Internet das Coisas na área da saúde é inovadora e, por isso, é preciso ficar atento aos novos avanços. Saiba mais sobre o assunto neste post!

1. Homecare para assistência de idosos

É cada vez mais frequente a desinstitucionalização clínica, principalmente de idosos. O tratamento das principais debilidades do envelhecimento ou das consequências de uma grave doença pode ser feito no ambiente residencial com todos os recursos disponíveis.

Para isso, é importante equipar as residências com tecnologias que integrem dados clínicos e imagiológicos dos pacientes, além de dispositivos vestíveis que avaliem constantemente os parâmetros vitais.

2. Aplicativos para descrever o ambiente

Os deficientes visuais poderão se beneficiar fortemente das inovações advindas da tecnologia. Pesquisadores da área de Serviços Cognitivos da Microsoft estão investindo em aplicativos que descrevem o meio ambiente de forma detalhada e detectam possíveis perigos para esses pacientes.

Por meio de óculos inteligentes ou aplicativos instalados nos telefones celulares, será possível descrever o ambiente, ler pequenos textos — tais como o cardápio de um restaurante ou placas de sinalização — e garantir mais independência nas ações. Além disso, esse software poderá identificar emoções dos usuários em uma conversa ou captar os movimentos que acontecem nos lugares públicos.

3. Dispositivos vestíveis para monitorização

Os dispositivos vestíveis são tecnologias implantadas de forma subcutânea ou fixadas na pele que podem monitorar alguns parâmetros vitais. Para os esportistas, essa tecnologia permite a medição da frequência cardíaca, da taxa de oxigenação e o gasto calórico.

Para os portadores de doenças crônicas, são instalados pequenos chips subcutâneos que avaliarão as taxas de glicemia no sangue, hemograma, triglicérides e outras substâncias conforme a configuração e a necessidade clínica dos indivíduos.

4. Telemedicina ao alcance de todos

A telemedicina é a tecnologia que promete evoluções em todos os níveis de assistência, inclusive na rede pública. Trata-se da aplicação de recursos tecnológicos para aproximar os cuidados assistenciais onde a distância geográfica se torna um fator impeditivo.

Nesse sentido, é possível obter um telediagnóstico com especialistas clínicos por meio de videoconferências, discutir casos clínicos com médicos em diversas localidades e emitir laudos radiológicos para instituições de saúde.

5. Big Data na assistência à saúde

A Internet das Coisas evolui de tal forma que hoje é possível ter um perfil completo sobre preferências pessoais e padrão de consumo do indivíduo graças à ferramenta do Big Data. Ela integra dados de diversos sistemas e obtém informações que serão úteis para as empresas.

O Big Data poderá ser aplicado na área da saúde na integração de dados clínicos e condutas terapêuticas dos profissionais que assistem o paciente. Assim será possível prever com mais precisão o prognóstico das doenças e os tratamentos mais efetivos.

6. Hospitais inteligentes para todos

Considerada uma instituição clínica de grande complexidade, os hospitais estão sempre em busca de novidades para melhorar a assistência prestada e otimizar os serviços realizados.

Com base na Internet das Coisas será possível fazer manutenção a distância dos equipamentos médicos acessando os códigos presentes, que encaminharão as solicitações às empresas. Da mesma forma, é possível notificar para a reposição de suprimentos, fazer estatísticas de utilização de máquinas e realizar o atendimento médico a distância dos pacientes ambulatoriais.

A Internet das Coisas é mais uma ferramenta que possibilita cuidados clínicos e hospitalares de excelência. As aplicações são infinitas e ainda tem muito por vir!

E você, gostou das informações sobre a Internet das Coisas na área da saúde? Quer conhecer mais sobre uma das técnicas? Então leia este post e saiba como garantir a segurança de dados na telemedicina!

Telediagnóstico e mais: conheça os campos da telemedicina

Muitas vezes fazer diagnósticos na clínica é um grande desafio. Além dos custos com equipamentos e material, você precisa contatar especialistas e encaminhar os resultados para esses profissionais, o que demanda muito tempo e dinheiro.

Com o avanço da tecnologia, a medicina tem evoluído rapidamente. Uma grande inovação na área é a telemedicina, que consiste na oferta de serviços a distância, possibilitando que o atendimento médico ultrapasse a barreira do deslocamento. Essas medidas têm sido cada vez mais favoráveis para otimizar os diagnósticos e reduzir custos.

Ficou interessado em conhecer melhor o telediagnóstico e outros campos da telemedicina? Continue a leitura deste post e saiba mais!

Por que é importante conhecer mais sobre a telemedicina?

A telemedicina é uma grande tendência na área médica. Ela é uma ferramenta complementar, que responde a diversas necessidades dos profissionais da saúde.

Além de propiciar agilidade, a telemedicina gera praticidade e precisão para o tratamento, pois ela possibilita que médicos altamente capacitados possam compartilhar conhecimentos para oferecer um atendimento completo e especializado. Assim, os diagnósticos são mais certeiros e os projetos terapêuticos mais efetivos.

Dessa forma, conhecer um pouco mais dessa área em expansão é uma medida importante para aprimorar os serviços de saúde disponibilizados aos pacientes. Que clínica não deseja oferecer um serviço de qualidade, ágil, de acesso facilitado, que contemple um público-alvo maior e com menos custos?

Quais são os principais campos da telemedicina?

O uso do acesso remoto nas áreas da saúde já é muito amplo e está em contínua expansão. Veja a seguir as principais áreas em que a telemedicina vem se destacando.

Telediagnóstico cardiológico

Um dos serviços mais destacados da telemedicina é o telediagnóstico, transmitido por meio da tecnologia da informação e comunicação. Ele permite o acesso de moradores de locais distantes dos grandes centros urbanos a diversos exames médicos. Além disso, ainda gera mais agilidade para a equipe médica desenvolver a proposta terapêutica.

Uma das principais modalidades de exames que podem ser feitos a distância é o tele-eletrocardiograma. Nele, a empresa disponibiliza o aparelho específico para o exame e o paciente realiza o procedimento em qualquer localidade, com o apoio de um técnico.

O material é enviado pela internet à empresa especializada em telemedicina e a equipe de saúde avalia esse conteúdo. Em seguida, os profissionais emitem o laudo a distância, que retorna ao paciente rapidamente.

O serviço de tele-eletrocardiograma inclui ECGs, MAPA e Holter e também permite a discussão de casos clínicos on-line. Isso possibilita o reconhecimento antecipado de diversos problemas cardíacos como hipertensão, infarto agudo do miocárdio, arritmias cardíacas, entre outras.

Teleoncologia

Outro ramo da medicina que também já está sendo beneficiado pela telemedicina é o oncológico. Com o auxílio da tecnologia, os pacientes podem consultar equipes de médicos especializados sem precisar se deslocar para o consultório/hospital. Além disso, podem fazer agendamentos e solicitar revisão de laudos on-line.

Na teleoncologia, o clínico encaminha todo o histórico e os exames do paciente via internet para os profissionais especializados na área que realizam teleatendimento. Após a análise preliminar desse conteúdo, uma consulta para obter uma segunda opinião é agendada e realizada. Por fim, toda a análise e os laudos são enviados ao médico, que oferece um retorno ao paciente com os resultados apontados.

Teleoftalmologia

Com o objetivo de identificar problemas de vista, prevenir cegueiras, entre outras doenças, a teleoftalmologia promove o atendimento a distância via videoconferência. Dessa maneira, o médico pode interagir com o paciente, trocar dados e analisar exames realizados por equipamentos de diagnóstico oftalmológico.

Com o auxílio da teleoftalmologia, muitas doenças ligadas à visão podem ser diagnosticadas em fase inicial, viabilizando um melhor tratamento e aumentando as chances de cura. A medida também gera comodidade para o paciente e facilidades para a equipe médica.

Telenfermagem

A telenfermagem envolve tanto o trabalho da enfermagem realizado por meio de acesso remoto quanto a estratégia de capacitação desses profissionais a distância. A telemedicina aparece como um complemento das atividades, contribuindo para o atendimento ao paciente de forma dinâmica e superando as limitações do espaço.

A formação contínua em saúde a partir da educação a distância permite justamente que esses agentes de saúde estejam mais preparados para oferecer um bom tratamento aos pacientes. Os recursos tecnológicos viabilizam o diálogo entre profissionais, videoconferências, teleconsultorias e discussões de casos em equipe sem gerar dificuldades e despesas com deslocamento.

Teledermatologia

A telemedicina expandiu seus horizontes também para a prática dermatológica. A teledermatologia permite a realização de exames e de diagnósticos com precisão e agilidade. A busca por uma segunda opinião médica também se torna muito mais fácil com os recursos tecnológicos.

A teledermatologia pode ocorrer a partir de teleconsultas pela teletriagem, interconsulta e também quando o agente de saúde precisa de uma segunda opinião. Nesse sistema, o especialista não precisa estar presente, basta que ele esteja acessível por meio virtual. Em alguns casos, o contato entre profissionais é simultâneo à consulta. Em outros, ele ocorre após o atendimento presencial.

Telerradiologia

A radiologia é a área médica que utiliza raios-X com foco na remediação e promoção da saúde. Historicamente ela tem trazido muitas contribuições para a medicina, ao permitir a realização de diagnósticos e um acompanhamento efetivo do estado do paciente.

Na telerradiologia, um técnico realiza a captura das imagens digitais e os envia para o especialista por meios informatizados. Esse profissional analisa o material, diagnostica e envia os resultados, sendo todo esse processo realizado a distância. A precisão da avaliação é a mesma, já que todo o material é digital.

Laudo a distância

A telemedicina permite que os médicos recebam os documentos e exames dos pacientes por meio de dispositivos informatizados. Assim eles podem analisar o material e emitir seu parecer com a assinatura digitalizada, enviando o laudo por e-mail ou algum outro canal de comunicação.

A emissão de laudos a distância possibilita complementar a rede de assistência à saúde, facilitando a realização de diagnósticos rápidos e precisos. Muitas doenças são mais facilmente solucionadas se detectadas precocemente.

Assim, a telemedicina contribui muito nesse aspecto. Além disso, o laudo a distância proporciona praticidade e gera uma imagem positiva para a clínica. A instituição de saúde se atualiza e continua oferecendo um excelente cuidado para seus pacientes, tendo profissionais altamente capacitados.

A telemedicina vem ganhando cada vez mais espaço na área da saúde por meio da inclusão do acesso remoto em serviços de cuidado. Dentro dela, encontramos vários outros campos, como o telediagnóstico, a teleoncologia, a teleoftalmologia e a telerradiologia.

Todos esses serviços proporcionam mais agilidade e praticidade no atendimento em saúde e minimizam despesas com deslocamento e dispêndio de tempo na localização de especialistas. O processo é bastante eficiente, protege o sigilo médico, viabiliza diagnósticos precoces e possibilita que você possa atender a um público maior e mais variado.

Empregar a tecnologia em favor da sua clínica é fortalecer sua posição no mercado, reforçando o seu compromisso com a saúde e a ética profissional. Gostou de conhecer mais sobre o acesso remoto aplicado à clínica e à área médica? Aproveite para baixar nosso e-book sobre telemedicina e se torne um expert no assunto!

Saiba como melhorar o procedimento de biópsia para seus pacientes

Procedimentos de biópsia são necessários para confirmar uma hipótese diagnóstica, mas causam muito receio nos pacientes. Alguns relatam desconforto durante os procedimentos, outros queixam de dor no pós-operatório e todos não guardam boas recordações.

Sabendo que o procedimento é necessário, os gestores devem investir em estratégias que minimizem o sofrimento, reduzam o tempo de realização do exame ou promovam conforto.

As melhorias em prol da objetividade e humanização do atendimento são sempre bem-vindas e precisam de serviços inovadores, sempre com propostas interessantes.

Quer saber como melhorar o procedimento de biópsia nos seus pacientes? Então confira as nossas dicas neste post!

Orientação detalhada do procedimento

Muitas queixas dos pacientes se relacionam a forma como é conduzida a biópsia. Não existe um esclarecimento das etapas dos procedimentos, e os pacientes ficam apreensivos e sem saber o que esperar.

Para resolver essa questão, é importante orientar os pacientes por meio de formulários que detalhem as orientações de preparo e como será o procedimento. Os profissionais que farão o exame devem explicar detalhadamente o que ocorrerá e perguntar ao paciente sobre possíveis dúvidas.

Essa prática tranquiliza os usuários que serão submetidos a esse exame e diminui a ansiedade, garantindo, assim, um procedimento sem interferências maiores.

Minimização do desconforto do exame

A técnica da biópsia exige a retirada de uma amostra biológica para avaliação histológica detalhada, portanto, tende a ser dolorosa. Apesar do melhoramento das práticas, ainda é incômodo, principalmente para pacientes debilitados, acamados ou fracos devido à alguma doença.

Dessa maneira, é importante investir em recursos que minimizem esse problema, tais como macas mais confortáveis, travesseiros adaptados à anatomia do corpo, ambiente mais iluminado e, se possível, uma música calma e relaxante.

Tecnologias clínicas mais avançadas

Com os conhecimentos científicos mais detalhados e as inovações tecnológicas, é possível melhorar o procedimento de biópsia. Para isso, é importante pesquisar os equipamentos com a melhor relação benefício x risco, fazer um estudo de custo x efetividade e solicitar financiamento dos mesmos.

Quando bem adaptados à realidade do estabelecimento de saúde, os equipamentos clínicos podem favorecer o aumento da demanda de serviços, otimizar as atividades realizadas e diminuir os custos oriundos das tecnologias obsoletas.

Humanização do atendimento

A humanização do atendimento é uma prática indispensável para todos os profissionais de saúde. Trata-se de formalizar uma relação terapêutica de confiança a partir das necessidades biopsicossociais de paciente e manter a eficiência nos processos.

Significa entender as emoções do paciente, acolher seus sentimentos e propor terapias que melhorem o cuidado assistencial de forma integrada e eficaz. Além disso, os olhares para o paciente devem ser mais amplos e não somente no quesito fisiopatológico ou durante o exame de biópsia.

Procedimentos de biópsia são recursos utilizados para confirmar um diagnóstico que facilitará a tomada de decisão clínica. Todavia, os sentimentos que envolvem a realização desse exame são de receio, medo da incisão, dentre outros preconceitos. Sabendo disso, os gestores devem implantar medidas que assegurem um correto procedimento, sem deixar de considerar as necessidades emocionais dos pacientes.

E você, conhece mais alguma dica para melhorar o procedimento de biópsia? Está interessado por assuntos dessa área? Então assine nossa newsletter e fique sempre atualizado!

Como utilizar a telemedicina em comunidades carentes?

A telemedicina em comunidades carentes parece algo inatingível, mas com os avanços tecnológicos e a persistência da equipe de saúde, atualmente é possível contar com mais essa estratégia clínica.

Essa ferramenta pode ser desenvolvida tanto nas unidades básicas quanto em hospitais gerais que atendem pelo Sistema Único de Saúde — basta apenas um pouco de iniciativa por parte dos gestores, comprometimento dos profissionais e sistemas informatizados.

A telemedicina pode ser conceituada como o envio de informações clínicas por meio da tecnologia para locais onde a distância é um fator impeditivo. Englobam, nessas práticas, as aulas de videoconferência, o atendimento virtual com médicos especialistas, o envio de laudos on-line, dentre outras possibilidades.

Por isso, caso você tenha interesse em implantar a telemedicina em comunidades carentes e acha isso inacessível, acompanhe este post e veja como é possível executar essa prática.

Comece com práticas de baixo custo

Os recursos necessários para implantar algumas práticas de telemedicina são computadores com acesso à internet — itens comuns em instituições de saúde.

Por isso, o fundamental é reunir a equipe clínica da instituição, comunicar a proposta mais condizente às condições do local e a disponibilidade dos profissionais. Invista inicialmente em cursos de capacitação a distância sobre temas clínicos atuais e importantes.

Em seguida, verifique a possibilidade de implantação de outros programas compatíveis com a capacidade dos computadores da instituição, tais como a integração dos dados clínicos dos pacientes, a inserção de laudos on-line, dentre outros.

Pesquise sobre iniciativas já implantadas

Com o incentivo do Ministério da Ciência e Tecnologia, parceria com instituições renomadas além da possibilidade de garantir assistência de qualidade à população carente, diversos estudos estão surgindo sobre a telemedicina.

Um deles foi a parceria entre o governo do Rio Grande do Norte e pesquisadores da Massachusetts Institute of Technology (MIT), nos Estados Unidos. Trata-se de um programa instalado em telefones celulares que envia informações audiológicas aos médicos especialistas.

Depois da análise dos dados enviados e de um questionário de diagnóstico, os especialistas enviam um laudo sobre o testes da orelhinha. Essa iniciativa vem sendo chamada de aplicativos sociais devido ao seu caráter benéfico.

Outro estudo relevante da telemedicina é a consulta virtual de pacientes que residem em áreas distantes geograficamente dos centros urbanos. O projeto piloto foi implantado em duas cidades de Sergipe e obteve resultados interessantes.

Essa prática é feita por meio da videoconferência, em que os médicos analisam os pacientes a distância enquanto outros profissionais aferem os dados vitais.

Avalie os desafios existentes

Iniciar qualquer inovação já é um desafio. Quando ela vem acompanhada de elevados investimentos financeiro, alta tecnologia e engajamento dos profissionais envolvidos, essa atividade pode desencorajar muitas pessoas.

A inserção da telemedicina implica em firmar parcerias e convênios, solicitar investimentos do governo ou aplicar recursos próprios. Além disso, deve ser pensada no espaço destinado a essa prática, no recurso de informática e na contratação de funcionários.

A telemedicina em comunidades carentes pode ser mais que uma ação voluntária. É preciso ter planejamento, investimento e comprometimento de todos os envolvidos. Porém, seus resultados clínicos são promissores, e os exemplos práticos mencionados é a prova que é possível trabalhar com poucos recursos e muita disposição.

Por isso, se você quer se engajar nessa nova tendência, terá resultados promissores onde quer que você faça sua implantação. Então, aproveite e entenda mais sobre a telemedicina, baixando gratuitamente nosso e-book intitulado Telemedicina: tudo sobre essa nova tecnologia.

Big Data na medicina: como usar dados para promover a saúde?

O Big Data na medicina está se tornando uma estratégia inovadora e necessária nos dias atuais. Ela permite a compilação de dados de forma segura, completa e com maior rigor científico, permitindo, assim a adoção de medidas gerenciais mais assertivas.

Com a possibilidade de interligar informações clínicas de diversos segmentos, os gestores poderão elaborar metas a curto, médio e longo prazo e extrapolar suas ideias, considerando o cenário atual e as tendências para o futuro.

Ficou curioso para saber como aplicar os fundamentos do Big Data na medicina? Então, confira nosso post de hoje e tire suas dúvidas!

Em que consiste o Big Data na medicina?

É possível conceituar o Big Data na medicina como uma ferramenta que abarca dados clínicos, epidemiológicos, farmacoeconômicos, informações genéticas, custos laboratoriais e uma infinidade de possibilidades de saúde.

A inserção de informações clínicas do prontuário eletrônico com o banco de informações genéticas do paciente poderá predizer a dosagem mais adequada de um determinado medicamento. Isso é recomendável porque a situação epidemiológica de uma região pode requerer a implantação de novos serviços clínicos.

O cruzamento dos resultados laboratoriais aliado aos sintomas característicos de uma doença, obtidos por um sistema epidemiológico, poderão diagnosticar com maior acurácia a enfermidade do paciente.

Como utilizar a ferramenta Big Data?

Para instalar programas e realizar análises estatísticas, é importante garantir o funcionamento ótimo dos equipamentos tecnológicos. Os computadores precisam suportar a carga de informações geradas pelos programas e assegurar os dados da melhora maneira.

Por isso, antes de inserir programas de saúde, é imprescindível avaliar as condições dos computadores, equipamentos e outros dispositivos utilizados em instituições clínicas. Além disso, a implantação associada à telemedicina garante celeridade no envio das informações e troca de experiências com outros profissionais.

Em seguida, é importante realizar um treinamento contínuo e efetivo com todos os colaboradores que trabalharão para alimentar os sistemas informatizados implantados. Ademais, é importante contratar profissionais clínicos especialistas em epidemiologia e estatística que contribuirão enormemente nessa empreitada.

Quais são as vantagens do Big Data?

A primeira vantagem do Big Data é o fornecimento de panorama completo da situação de saúde do país e como isso influencia em um estabelecimento clínico.

Determinantes de saúde-doença, custos de procedimentos laboratoriais, conhecimentos sobre as pesquisas clínicas em andamento e outras informações podem modificar completamente as condutas terapêuticas utilizadas no estabelecimento.

Para facilitar a integração e cruzamentos dos programas, os gestores devem pensar também na implantação da telemedicina, que envia e transmite laudos on-line e promove a discussão entre especialidades da área em qualquer parte do mundo.

A ferramenta do Big Data poderá mostrar os caminhos para seguros para investimento em serviços clínicos, interrupção de serviços ou remanejamentos dos mesmos para atender uma demanda em expansão.

O Big Data na medicina é uma estratégia inovadora que vem despertando interesse dos gestores. A implantação, associada às práticas de telemedicina, poderá influenciar a tomada de decisões do ponto de vista clínico e gerencial. As interpretações estatísticas dos programas inseridos poderão fornecer subsídios mais confiáveis na implantação de metas em longo prazo.

E você, conseguiu compreender a importância do Big Data na medicina? Está preparado para a implantação dessa ferramenta? Precisa estudar mais algum conteúdo? Então não deixe de ler este artigo e descubra se é seguro disponibilizar diagnóstico a distância!

CFM: 4 regras do marketing médico para divulgar seu consultório

O marketing médico deve ser feito de forma espontânea e sem apelações comerciais. Além disso, devido às particularidades do processo, as condutas devem atender às regras do Conselho Federal de Medicina quanto aos valores éticos embutidos em qualquer divulgação do consultório.

Para te ajudar a entender isso melhor, fizemos este post mostrando 4 regras que devem ser respeitadas para evitar transtornos éticos. Confira agora e veja as possibilidades para inserir o marketing médico com parcimônia e efetividade!

1. Resultados clínicos dos procedimentos

Um médico dentro de um consultório jamais deve expor a identidade do paciente para mostrar os resultados de um procedimento aplicado. A publicação de imagens do tipo “antes” e “depois” e a recomendação para procurar um especialista devem ser descartadas definitivamente.

Da mesma maneira, não é permitida a publicação de procedimentos clínicos por outros profissionais que tenham feito parceria com médicos. Ou seja, está vetada também a divulgação de uma técnica cirúrgica que será respaldada pelo médico, configurando assim um vínculo profissional.

Por outro lado, o que pode ser explorado no marketing médico de forma ética são as técnicas mais utilizadas e indicadas para as enfermidades em questão (desde que não sejam feitas promessas de cura), considerando o perfil do paciente e as condições para realização do procedimento.

2. Utilização adequada das redes sociais

O Conselho Federal de Medicina (CFM) proibiu também a publicação de selfies (autorretratos) em ambientes de trabalho, registrando o processo ou acompanhando um procedimento cirúrgico.

Também são passíveis de autuação os profissionais que fizerem propaganda de produtos médicos e não médicos, estendendo a atuação para gêneros alimentícios e produtos de limpeza.

Dentro do limite recomendado por essa entidade médica, é possível a publicação de posts com conteúdo de saúde em linguagem acessível ao público, sem sensacionalismo nem tendência para divulgar um tipo de tratamento específico.

Nesse sentido, as técnicas de marketing de conteúdo, quando bem aplicadas e em concordância com as normas do CFM, podem favorecer um número maior de visualizações de páginas dos consultórios médicos, que atualmente podem fornecer o endereço e telefone da empresa.

3. Divulgação do currículo do médico

A formação acadêmica do médico pode ser divulgada ressaltando suas titulações e prêmios, desde que todas sejam reconhecidas pelo CFM e o profissional tenha registro na especialidade mencionada.

Em casos de entrevistas médicas, é permitindo o esclarecimento de assuntos pertinentes, mas sem direcionamento para um tratamento específico. Nesse contexto, a função do médico é educar a sociedade e esclarecer mitos ou inverdades que circulam nas redes sociais.

O melhor marketing médico ainda continua sendo o atendimento humanizado ao paciente. Os profissionais clínicos devem mostrar que a abordagem humanística da consulta aliada aos conhecimentos clínicos garantirá um bom atendimento.

4. Serviços inovadores de marketing médico

Devido ao advento dos recursos tecnológicos, à evolução dos conhecimentos médicos e das técnicas adequadas para sensibilizar o cliente, existem propostas de marketing que podem ser aplicadas em consultórios médicos

Serviços como agendamento online de exames e consultas, lembretes sobre os atendimentos e emissão de laudos médicos online são comodidades que melhoram a percepção do paciente.

Além disso, um ambiente confortável e agradável também são estratégias de marketing que contribuem muito para a fidelização dos pacientes.

E você, está implantando alguma técnica de marketing em seu consultório? Ainda está estudando o assunto? Então não deixe de conferir também como melhorar o mix de serviços da sua clínica!

4 mitos e verdades da telerradiologia

A telerradiologia é a combinação de uma nova tecnologia com um serviço médico para produção de laudos. Consiste em uma transferência das imagens radiológicas de um paciente, tais como os raios-X, tomografias, ressonâncias e outros, do local em que o exame está sendo realizado para outro.

Isso permite que o médico especializado em radiologia possa oferecer seus serviços aos paciente mesmo quando fisicamente ausente. Essa tecnologia assume maior importância quando são necessários serviços de radiologistas subespecializados, que geralmente só são encontrados em grandes centros.

Neste texto vamos falar sobre mitos e verdades sobre a telerradiologia, e dizer por que ela é uma área da medicina tão promissora. Acompanhe!

Verdade: existe regulação do CFM sobre o assunto

Em dezembro de 2014 o CFM (Conselho Federal de Medicina) atualizou as normas que regulamentam a prática da telerradiologia no Brasil. Os dados mais importantes abordam, por exemplo, o consentimento do paciente, que deve dar autorização para a transmissão das imagens do seu exame. Além disso, junto com os exames de imagem devem ser disponibilizados os dados clínicos do paciente para o médico que vai elaborar o laudo.

O médico que vai receber os exames deve ser obrigatoriamente um especialista em radiologia com registro no CRM. Além disso, o profissional que vai realizar o exame deve possuir o título de especialista na área, sendo um solidário ao outro na responsabilidade sobre o exame.

O documento também versa sobre normas operacionais, limites para a prática a distância e áreas de atuação que são delimitadas.

Mito: não haverá adoção em larga escala

O número de radiologistas não cresce proporcionalmente à necessidade de exames — que é muito maior. Sendo assim, o setor de exames de imagens está cada vez mais sobrecarregado. Isso afeta o atendimento ao paciente, já que os prazos de entrega se tornam mais demorados, além de causar longa espera para realização do exame.

Outro grande problema são os pacientes que vivem em áreas remotas do país, onde encontrar profissionais capacitados nas subespecialidades da radiologia se torna tarefa difícil. Com isso, a demanda pela telerradiologia cresce cada vez mais, e sua prática vem aumentando rapidamente.

A maioria das imagens médicas já é obtida de forma digital, o que propicia ainda mais a adoção da telerradiologia e torna fácil sua adoção em larga escala.

Mito: telerradiologia não compensa para médicos

A telerradiologia é uma área extremamente promissora, tanto para os médicos especialistas quanto para os pacientes. Por meio da telerradiologia o médico tem mais flexibilidade de horários e pode trabalhar direto da sua casa ou da clínica (desde que essas tenham a estrutura necessária), além de ter um lucro direto sobre cada laudo realizado.

Verdade: é preciso estrutura para adotar a telerradiologia

É preciso ponderar pelo menos dois aspectos para a montagem de uma estrutura para a prática da telerradiologia. A primeira delas é a implantação de um sistema de PACS. Esse é um sistema de comunicação e arquivamento, que vai permitir a produção, o armazenamento e a distribuição das imagens radiológicas.

Esse sistema permite ao especialista realizar o laudo a distância, sendo necessária somente uma rede de internet. O que nos faz entrar no segundo aspecto: a necessidade de uma conexão de rede com altíssima qualidade e rapidez de desempenho.

A telerradiologia é mais do que uma forma inovadora de produção de laudos para exames médicos: é a solução para uma necessidade crescente de melhoria de processos e serviços em saúde.

Gostou de saber um pouco mais sobre a telerradiologia? Então assine a nossa newsletter e fique por dentro de outros conteúdos como este!

Como conseguir uma segunda opinião médica em exames?

A segunda opinião médica em exames é um direito assegurado pelo paciente que necessita de mais argumentos sobre o diagnóstico recebido. Às vezes ela será corroborada pelo segundo profissional, o que endossará uma decisão clínica, ou será refutada, o que causará uma grande ansiedade.

Atualmente, a segunda opinião médica vem acompanhada de melhores recursos tecnológicos para apurar detalhadamente um exame, o que apresenta uma grande vantagem se comparado apenas aos olhares atentos dos profissionais.

Por isso, para conseguir uma segunda avaliação é importante estar atento a algumas questões que serão detalhadas a seguir. Continue a leitura e saiba mais!

Por que solicitar uma segunda opinião médica em exames?

Ao solicitar uma segunda opinião médica em exames, o paciente possivelmente necessita de embasamentos clínicos do que o foi dito anteriormente. Também acredita que outros exames poderão ser solicitados para comprovar a suspeita diagnóstica.

Por isso, o paciente que solicita uma nova interpretação do seu exame na realidade gostaria de saber se existem recursos tecnológicos mais específicos para identificar a doença em questão. Nesse quesito, cabe ao segundo médico avaliar não somente os exames, mas todo o histórico clínico e medicamentoso do paciente.

O que esperar de uma segunda interpretação dos exames?

O paciente que procura por um segundo médico para interpretar os exames realizados pode se frustrar com as orientações recebidas. Isso porque em algumas situações clínicas é pouco provável suspeitar de outra hipótese diagnóstica com base nos resultados apresentados.

Também pode acontecer do exame ser inconclusivo, e nesse caso, o segundo avaliador clínico solicitará métodos mais específicos para clarear as suspeitas diagnósticas dos profissionais envolvidos.

O importante é que o paciente esteja aberto a receber informações em uma segunda avaliação que nunca foram apuradas ou certificar-se do primeiro diagnóstico, por mais que seja difícil de assimilar em algumas situações.

Que práticas são usadas para prover uma segunda opinião?

Quando se pensa em segunda avaliação em exames, certamente o paciente vai buscar outro profissional de saúde por indicação de conhecidos e familiares ou marcando uma consulta com o médico das operadoras de planos privados.

O que muita gente desconhece é que uma nova interpretação de exames clínicos pode vir por meio das práticas de telemedicina. A telemedicina é uma especialidade médica que pode ser utilizada para encurtar distâncias entre médicos e pacientes por meio da tecnologia.

Um das práticas a telemedicina é a transmissão de informações de saúde por meio da videoconferência. Especialistas clínicos renomados podem opinar sobre um tratamento mesmo estando distante geograficamente.

Além disso, a emissão de laudos médicos on-line pode facilitar a visualização dos exames pelos pacientes e garantir eficiência na entrega do diagnóstico com a qualidade visual dos resultados impressos.

A troca de experiências clínicas pela internet e os avanços em emissão de laudos médicos on-line associados ao elevado conhecimentos dos médicos poderão garantir prognósticos com maior poder de acurácia.

A segunda opinião médica em exames vem com o propósito de sanar as dúvidas que os pacientes observaram ao receberem o primeiro diagnóstico. Como é um direito assegurado pelo paciente, é importante estar preparado para a confirmação ou a negação do diagnóstico. Além disso, é importante buscar uma segunda avaliação com profissionais que utilizam recursos inovadores tais como a telemedicina ou condutas diferentes.

E você, já ouviu uma segunda opinião médica? Observou alguma prática inovadora na interpretação do resultado? Entre em contato conosco e saiba mais sobre o assunto!

Vacinas para doenças do verão: seu laboratório está pronto?

As mudanças climáticas propiciam o aparecimento de algumas patologias específicas de cada época. As doenças do verão se desenvolvem devido às altas temperaturas somadas à baixa umidade e maior exposição ao sol.

Dentre elas, podemos citar desidratação, diarreias e intoxicações alimentares, que somadas a hepatites, dengue e febre amarela, podem comprometer significativamente o quadro clínico do indivíduo.

Felizmente é possível se prevenir de algumas doenças com vacinas, portanto os laboratórios clínicos devem antecipar suas medidas gerenciais para os serviços solicitados. Quer saber como fazer isso? Então confira o post a seguir!

Demanda laboratorial de vacinas para doenças do verão

Para conhecer a demanda do laboratório, é importante fazer levantamentos das principais vacinas dispensadas ao longo dos meses e relacionar ao status epidemiológico da localidade.

Os dados gerenciais obtidos podem traçar um perfil das necessidades, facilitar o processo de aquisição de vacinas de forma antecipada e ajudar a armazená-las adequadamente até a sua utilização.

Para as vacinas contra hepatites e febre amarela, mantenha o estoque de segurança abastecido o ano inteiro, pois são requeridas constantemente. A vacina contra a dengue deve ser comprada conforme demanda, pois seu custo é elevado e são necessárias três doses para garantir a proteção.

Considere também as características climáticas onde o laboratório está localizado. O verão da região sudeste difere muito daquele vivido por pacientes das Regiões Norte e Sul do Brasil.

Ofereça tratamento humanizado ao paciente

Não basta apenas aumentar o número de doses de vacinas considerando o aumento da demanda. É fundamental avaliar o perfil do paciente que vai ser atendido e tratá-lo da forma mais adequada possível.

Isso significa respeitar os seus anseios, inquietudes e aflições e acolhê-lo de forma objetiva e atenciosa. Esses pilares do tratamento humanizado garantem ótima recuperação do paciente e aumentam de sua satisfação com os serviços prestados.

Por isso é tão importante avaliar as necessidades biopsicossociais do indivíduo, oferecer a terapia preventiva (vacina) após a apuração do seu estado de saúde e realizar a administração de produtos da forma mais segura.

Implante o gerenciamento de filas

Em caso de surtos de doenças, é comum as pessoas procurarem imediatamente os laboratórios clínicos para assegurar sua proteção. Porém, é importante conscientizar a população sobre as indicações, riscos e benefícios das vacinas.

Em casos de aumento exorbitante do número de pessoas, mantenha uma boa gestão de filas, atentando-se às prioridades de atendimento exigidas em lei e aos casos mais graves.

Se o gestor perceber que o estoque não atende à demanda, ele deve montar um cadastro de reserva de doses para garantir à população as vacinas solicitadas após o restabelecimento deste produto biológico.

Saiba atuar em momentos de crise

Nas situações de surtos de doenças do verão, as pessoas ficam desesperadas com a possibilidade de desenvolver alguma delas. Esse cenário é delicado, visto que alguns pacientes reclamam bastante na sala de espera.

Os gestores dos laboratórios devem fornecer treinamento contínuo aos seus funcionários para contornar esses momentos de tensão e acalmar os pacientes que aguardam por atendimento.

As doenças no verão exigem cuidados específicos, que envolvem também o uso de vacinas. Por isso, os laboratórios devem se adequar ao aumento da demanda por meio de melhor gerenciamento de estoque de vacinas, atendimento humanizado ao paciente, ótima gestão de filas e treinamento contínuo para contornar momentos de crise.

E você, já se preparou seu laboratório para as doenças no verão? Quais informações e medidas você achou mais relevantes? Quer aprender um pouco mais? Então, não deixe de ler nosso artigo sobre como sua clínica pode aumentar a eficiência na entrega de diagnósticos.

Afinal, como funcionam os laudos on-line?

Os laudos on-line chegaram ao mercado com o advento da telemedicina e têm ganhado cada vez mais espaço. Afinal, no mundo em que todas as áreas têm sido dominadas pela tecnologia, a medicina não poderia ficar de fora.

Usado para se ter uma análise especializada do exame, o laudo é fundamental para a condução de casos clínicos, para a definição de diagnósticos, entre outros. Com tamanha relevância, esse documento não pode ficar limitado ao meio físico. Mas como funcionam os laudos on-line? Para quais exames são indicados? Vale a pena apostar nessa tecnologia?

Confira as respostas a seguir!

Não há mistério no seu funcionamento

Oferecido a partir de plataformas virtuais, o sistema de emissão de laudos on-line é acessado pelo profissional especialista em qualquer lugar. Dessa forma, a análise dos exames acontece em menos tempo, permitindo uma entrega ainda mais rápida e pontual dos laudos on-line.

A partir de um login e de uma senha você tem acesso ao laudo que fica à disposição no sistema. Esse acesso pode ser feito tanto pelo paciente quanto pelo médico que solicitou o exame, sendo dispensável a sua impressão.

São inúmeras as vantagens de oferecer o laudo on-line

Resultado em mãos

O laudo on-line permite que você tenha acesso ao seu resultado de diferentes formas, sejam elas por aplicativos no smartphone, arquivos salvos no computador ou para impressão.

Menos gastos

Ter o arquivo digital permite que a clínica diminua significativamente os gastos com a impressão dos laudos, pois menor será o consumo de papel e de tinta para a impressão.

Fácil armazenamento

A ausência dos laudos impressos facilita também o armazenamento deles, que não demandarão mais espaço físico como salas, armários e pastas. São usados então apenas espaços virtuais e pastas digitais para a organização dos laudos.

Facilidade de transporte

Quantas vezes você já precisou levar para o médico uma pilha de exames? Pacientes que dependem de acompanhamentos constantes sabem bem o que é isso. Com os laudos on-line esse trabalho não é mais necessário, tornando-se um conforto para os pacientes.

Funciona para diversos exames

A melhor parte é que essa tecnologia não está limitada a algum exame específico. Você pode contar com as vantagens do laudo on-line do exame mais simples, como o Eletrocardiograma (ECG), aos mais complexos, como radiografias e densitometria óssea por exemplo.

O ECG com laudo on-line é um aparelho que tem revolucionado o mercado, pois mesmo sendo um exame simples, a análise do seu resultado por um especialista é de suma importância e pode salvar vidas. O sistema desenvolvido permite o envio imediato aos cardiologistas com respostas que podem demorar menos que 30 minutos.

Viu como o laudo on-line não é nada confuso? É uma tecnologia de acesso simples, de fácil funcionamento e com vantagens que vão reduzir custos para a clínica e oferecer mais conforto e qualidade de serviço aos seus pacientes.

Gostou das facilidades do laudo on-line? Então entre em contato conosco e fique por dentro de outros produtos e tecnologias que podemos oferecer a você!

Por que a telemedicina é foco da saúde pública?

Saúde pública e telemedicina são duas especialidades que quando utilizadas conjuntamente sempre trará benefícios aos cuidados do paciente. Tradicionalmente implantada nas clínicas particulares, a telemedicina tem sido avaliada com uma tecnologia acessível para a saúde pública.

Os recursos financeiros, ainda que limitados, permitem utilizar ferramentas da telemedicina que podem agilizar o diagnóstico de um paciente, trocar experiências com especialistas renomados ou emitir laudos on-line em pouco tempo.

Se você está curioso para saber por que a telemedicina é o foco da saúde pública, acompanhe nosso post de hoje e descubra novas oportunidades!

Ampliação da rede de atendimento

A telemedicina é a prática que interliga conhecimentos e atividades entre duas demandas em que a distância é o fator impeditivo. Essa tecnologia visa aproximar pacientes de médicos e, com isso, ampliar a rede de atendimento.

Por meio de computadores, aplicativos instalados em tablet e celulares é possível fazer uma triagem da situação clínica do paciente. Isso já acontece em unidades básicas de saúde para identificar déficits auditivos em crianças.

Além disso, os médicos da família interagem com demais profissionais por meio de videoconferência e auxiliam na tomada de decisão clínica ou mudanças nas condutas terapêuticas implementadas.

Tudo isso aumenta o acesso a informações clínicas que ajudarão no diagnóstico dos pacientes e na mudança do perfil assistencial em saúde. Dessa maneira, a telemedicina aperfeiçoa os atendimentos clínicos e melhora a qualidade de vida do usuário dos serviços públicos.

Profissionais com conteúdo clínico

Foi-se o tempo que os médicos se debruçavam sobre os livros na tentativa de absorver um maior volume de conhecimentos. Com o advento dos recursos tecnológicos, atualmente é possível investir em outras estratégias de aprendizagem.

A telessaúde veio como proposta para disseminar conhecimentos científicos com qualidade metodológica e de fácil acesso a todos os profissionais de saúde. Na telessaúde é possível escolher o curso que atenda aos interesses do médico e acompanhar por meio de videoaulas.

A formação clínica propiciada pelas ferramentas da telemedicina, além de serem as mais atualizadas possíveis, se relacionam com os fatos cotidianos vivenciados por muitos profissionais de saúde.

Atendimento holístico ao paciente

O atendimento integrado ao paciente é uma busca incessante dos profissionais do cuidado. Enquanto outrora se dedicava apenas ao órgão afetado pela doença, atualmente se trabalha todas as nuances que influenciam no estado de saúde do paciente.

Sendo assim, as atividades clínicas auxiliadas pela telemedicina permitirão aos clínicos conhecerem os aspectos biopsicossociais que interferem na condição do paciente e instituírem condutas terapêuticas interligadas.

Dessa maneira, o paciente terá todas as suas necessidades atendidas de forma que sairá mais satisfeito e tenderá a cumprir as orientações que lhe foram dadas. E tudo isso poderá se feito de maneira presencial ou por meio de videoconferência.

A saúde pública e a telemedicina são duas vertentes que podem ser beneficiadas mutuamente. As ferramentas da telemedicina permitirão, dentro dos recursos financeiros escassos, a expansão de atendimentos em unidades básicas de saúde, a troca de experiências por videoconferência e o fornecimento de diagnósticos mais preciso. Tudo isso para oferecer um tratamento clínico integrado, humanizado e conforme as demandas dos pacientes.

E então, percebeu a relação entre saúde pública e telemedicina? Quer aprender mais sobre assuntos da medicina hospitalar? Então não deixe de conferir este artigo e saiba como funciona o comodato de equipamentos em clínicas médicas!

4 lições de gestão de tempo para consultórios

Imagine só você olhar para o relógio, ver que já é sexta-feira, quase hora de encerrar o expediente do seu consultório, dar uma olhada na agenda e calcular quantos pacientes faltaram a uma consulta devido a algum imprevisto. É impossível não sentir aquela sensação de que o tempo poderia ter sido mais bem aproveitado, não é mesmo?

Por isso, fazer uma boa gestão de tempo tem se tornado algo cada vez mais importante nos dias de hoje — para que o nosso dia a dia seja otimizado e para que nós sejamos mais produtivos.

Continue a leitura deste post, confira 4 lições de gestão de tempo para consultórios e faça muito mais proveito do seu tempo a partir de agora!

1. Conte com a ajuda da tecnologia

A tecnologia não é apenas uma grande aliada para os seus momentos de lazer, mas também é uma excelente aliada da área médica — por isso, use-a ao seu favor. Existem diversos aplicativos e softwares na área da gestão de tempo que podem otimizar o seu dia a dia e aumentar a sua produtividade.

Dois exemplos de como a tecnologia pode lhe ajudar com a gestão de tempo são o Evernote e o Smartr. O Evernote é um aplicativo que você pode ter no seu celular, bem simples de utilizar, que pode lhe ajudar a ter mais controle sobre seus compromissos profissionais e pessoas, até intercalá-los tornando seu dia a dia mais bem aproveitado.

Nesse aplicativo também é possível criar notas com lembretes, nomes de pacientes, compromissos futuros etc., deixando seu tempo muito mais organizado.

Já o Smartr é um aplicativo cuja finalidade é gerenciar os seus contatos que estão espalhados em agendas, redes sociais, contas de e-mail e outros dispositivos móveis e colocá-los todos no mesmo lugar. É ideal para consultórios porque você pode integrar o contato dos seus pacientes e contatá-los com muito mais facilidade.

2. Faça uso das agendas

Se tem algo que é essencial para fazer a gestão de tempo é uma agenda — daquelas bem organizadas. É preciso ter muita atenção na hora de fazer agendamento de consultas e outros compromissos, pois basta um horário marcado errado para gerar um furo, criar um desperdício de tempo e bagunçar todos os outros compromissos.

Por isso, tenha uma agenda e mantenha-a sempre bem organizada para reduzir o tempo de espera dos seus pacientes e minimizar as chances de erros na marcação de consultas e compromissos.

3. Tenha mais sincronia de trabalho com a secretária

É muito importante que você, médico, trabalhe em sincronia com a sua secretária. Essa é a maior lição para que sejam evitados erros e furos na sua agenda, que deve ser seguida e monitorada não apenas pelo médico, mas também pelos outros colaboradores do consultório. É fundamental que todos evitem atrasos.

Além disso, é muito comum o surgimento de imprevistos em consultórios médicos, como representantes de laboratórios que aparecem para apresentar novos medicamentos. Sempre que isso acontecer, peça para a secretária marcar um horário com esses representantes na agenda. Evite parar o que está fazendo ou atrasar alguma consulta de paciente para atender essas demandas.

4. Padronize o tempo das consultas

É muito importante que haja um padrão no tempo das consultas para que a secretária tenha mais facilidade na hora de marcar consultas e os pacientes não tenham que esperar muito tempo na recepção antes de serem atendidos, diminuindo, assim, o risco de insatisfação.

É importante compreender que uma primeira consulta dura mais tempo do que uma consulta de rotina ou um retorno. Por isso, é interessante passar essas informações para a secretária para que a sua agenda possa ser otimizada.

Com essas simples dicas de gestão de tempo para consultórios certamente seu dia a dia já se tornará bem mais produtivo. Quer conferir mais dicas? Então assine a nossa newsletter e não perca mais nenhuma novidade!

O que é telediagnóstico? Descubra tudo sobre a inovação das clínicas

O telediagnóstico é uma das partes integrantes da telemedicina, definida pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como a oferta e prestação de serviços de saúde a distância. Esses serviços são feitos por profissionais de saúde que se utilizam das tecnologias de informação e comunicação para receber e enviar informações, a fim de prevenir, diagnosticar e tratar doenças.

Dessa forma, o telediagnóstico pode ser definido como a determinação feita a distância de uma condição ou doença, isto é, paciente e médico encontram-se em locais distintos. Ele é feito a partir de informações enviadas, como exames de imagem, traçados (eletrocardiograma e eletroencefalograma, por exemplo) ou dados referentes aos sinais vitais do paciente (frequência cardíaca, pressão arterial etc).

Exemplos práticos

Seguem aqui alguns exemplos de telediagnósticos que são utilizados tanto no Brasil quanto no exterior:

  1. laudos de imagem a distância (raio X, tomografia): o paciente faz o exame e o médico recebe a imagem on-line, enviando posteriormente seu laudo;
  2. laudos de eletrocardiograma (ECG) a distância: o ECG é realizado por algum profissional de saúde (não necessariamente o médico) e enviado prontamente para um cardiologista, para que o avalie;
  3. diagnóstico em pronto-socorro (PS) a distância: o paciente que chega ao PS é inicialmente avaliado pelo enfermeiro e visto pelo médico por meio de uma tela, enquanto os dados de exame físico e sinais vitais são enviados;
  4. laudo dermatológico a distância: o médico generalista envia imagens de possíveis problemas de pele ao médico dermatologista, que emite seu lado.

Esses são apenas alguns dos exemplos práticos.

Vantagens do uso de telediagnósticos

As vantagens do uso do telediagnóstico permeiam a área financeira, logística e de relacionamento com o paciente. Entre elas, podemos destacar:

  • custo diminuído para a empresa que fornece os laudos e diagnósticos, pois diminui a necessidade de médicos em campo e há a possibilidade de comodato (empréstimo gratuito de coisas não fungíveis) de equipamentos de realização de exames;
  • facilitação de acesso a laudos de especialistas para a população que vive distante dos grandes centros, já que o médico generalista pode enviar dados e, a partir do laudo ou diagnóstico do especialista, inicia um tratamento sem que a pessoa saia da própria cidade;
  • mais satisfação do paciente, uma vez que ele precisará se deslocar menos para resolver seu problema de saúde e pode obter respostas mais rapidamente.

Perspectiva para o futuro

O uso dos telediagnósticos — e da telemedicina em geral — apenas tende a crescer daqui para frente. A vida atarefada da população faz que as pessoas busquem soluções que demandem menos tempo e sejam mais práticas.

Cada vez mais as clínicas e os laboratórios vão incorporar essa tecnologia no seu arsenal, buscando a otimização dos processos. Seu uso possibilita que as informações do paciente sejam todas armazenadas on-line, o que é um futuro próximo na saúde.

Realidade no Brasil

A disponibilidade de tecnologias utilizadas para o telediagnóstico vem aumentando no Brasil. Podem não ser tantas como se acha no exterior, mas elas estão tomando grande espaço no mercado de saúde.

A questão da telemedicina tem tamanha proporção que, há alguns anos, já existe o programa nacional de Telessaúde do Ministério da Saúde. O programa visa fortalecer e ampliar as ofertas de Educação Permanente em Saúde para os profissionais e trabalhadores do Sistema Único de Saúde (SUS) a partir da tecnologia de comunicação e informação.

Os telediagnósticos são parte da inovação em saúde que se aproxima e domina cada vez mais o mercado atual. Em pouco tempo, pacientes e profissionais de saúde estarão imersos nessa tecnologia, a fim de buscar uma saúde de qualidade.

E então, entendeu o que é o telediagnóstico? Gostaria de saber mais sobre a telemedicina? Baixe nosso e-book e saiba tudo sobre essa nova tecnologia!

Como clínicas podem lidar com problemas de cicatrização?

A cicatrização é um processo fisiológico de grande complexidade e que ocorre de forma natural na maioria das pessoas. Entretanto, a partir do momento que alguma lesão demora mais que o comum para cicatrizar, a situação precisa ser investigada.

Existem pacientes cujos perfis já determinam essa dificuldade de cicatrização, é o caso dos diabéticos, por exemplo. Conhecendo esses perfis, é preciso preparar a equipe e o serviço de saúde para conduzir e tratar assertivamente esses casos. Afinal, quais são esses perfis e quais são as possíveis soluções para os problemas de cicatrização? Leia a seguir!

Conheça o perfil do seu paciente

Algumas enfermidades apresentadas pelo paciente já determinam se ele apresentará ou não problemas de cicatrização. Dessa forma, é importante que sua clínica recolha as informações corretas a fim de conhecê-los e a partir da coleta de dados bem feita, saber identificar esses perfis.

Diabéticos

A alteração metabólica da doença, agravada por períodos longos de descontrole glicêmico acarreta no comprometimento da circulação sanguínea afetando, consequentemente, o processo de cicatrização.

Além da má circulação, os diabéticos sofrem com a neuropatia diabética, outra consequência comum da doença. Ela faz com que a sensibilidade periférica seja diminuída e o risco de que aconteçam novas lesões e dificuldades na cicatrização é ainda maior.

Enfermidades vasculares

Pacientes que possuem enfermidades vasculares, sejam elas venosas ou arteriais, apresentam grandes problemas de cicatrização. A má circulação sanguínea impede que a cascata de cicatrização ocorra perfeitamente, o que traz prejuízos ao processo.

Não só as doenças tornam-se problemas de cicatrização

Fatores como a idade avançada do paciente, tabagismo, obesidade, desnutrição, sedentarismo, tratamento de radioterapia ou quimioterapia e o uso de medicamentos corticoides e imunossupressores também interferem diretamente no processo cicatricial.

Aposte em tecnologias resolutivas

Os problemas de cicatrização não são raros sendo possível acontecer em pacientes com diferentes perfis. Entretanto, há um ponto em comum: todos são pessoas sofrendo com uma lesão crônica.

Para resolver esse problema, o mercado oferece opções que ajudam a acelerar o processo de cicatrização.

Oxigenoterapia Hiperbárica

Esse tratamento é realizado na Câmara Hiperbárica onde o paciente é submetido à inalação de oxigênio puro por um período de, em média, uma hora e meia. Estudos afirmam que quando o paciente é submetido ao oxigênio a 100% ocorre a estimulação dos fibroblastos que voltam a sua função normalizada. Além disso, promove a criação de novos vasos sanguíneos com a produção de novas células da pele, acelerando assim a cicatrização.

Cicatrização a vácuo

Como o próprio nome já diz, a terapia é desenvolvida a partir de uma pressão subatmosférica, ou negativa, exercida sob o leito da ferida. Sendo de fácil aplicação, basta que o profissional aplique a esponja de poliuretano estéril em toda a ferida, com o plástico adesivo para vedação, junto à sonda ligada a um sistema a vácuo que drenará todo o leito.

O funcionamento desse tratamento permite a remoção de fluidos da ferida, estimulação do fluxo sanguíneo, promove efeito bactericida, acelera o crescimento do tecido de cicatrização, promovendo então, a aproximação das bordas e fechamento da lesão.

O que diferencia essa opção de tratamento são características como a comodidade e qualidade para o paciente, aliada a um melhor custo. A troca da esponja pode ser feita semanalmente, o que garante maior conforto, além de reduzir o tempo de internação e os gastos com terapêuticas que não geram mais resultados e antibióticos.

Os problemas de cicatrização podem fazer parte da rotina da sua clínica, mas cabe a você, gestor, optar por tecnologias que sejam resolutivas e apresentem a solução para esse problema. Você tem interesse em conhecer mais a respeito da cicatrização a vácuo? Conheça o Curavac entrando em contato conosco e não perca mais tempo com lesões de difícil cicatrização!

Telerradiologia: descubra o que é e como aplicar no laboratório

A telerradiologia configura-se com uma ferramenta inovadora nas avaliações de imagens radiológicas. Sua implantação deve seguir as recomendações do Conselho Federal de Medicina e atender as demandas assistenciais em saúde.

Essa atividade é nova e por isso muitos profissionais de saúde desconhecem seus fundamentos e aplicações. Quer saber mais sobre a telerradiologia? Então acompanhe nosso post hoje e descubra as vantagens dessa técnica!

Em que consiste a telerradiologia?

A telerradiologia é uma prática advinda da telemedicina que tem como propósito oferecer assistência médico-clínica aos pacientes que residem em localidades de difícil acesso. No caso da telerradiologia é ofertada a transmissão de imagens radiológicas.

Os recursos tecnológicos otimizaram a formação de imagens com alta especificidade e sensibilidade garantindo nitidez e qualidade ao enviar exames radiológicos. Com isso a telerradiologia está expandindo seus horizontes e laudando exames à distância, o que antes era impossível conseguir.

Além disso, possibilita benefícios econômicos e clínicos a todos os envolvidos. A entrega dos laudos é mais rápida e segura, os exames podem ser impressos ou armazenados na nuvem. E a empresa contratante não precisa arcar com os custos operacionais de manter uma equipe para laudar exames.

Com funciona a telerradiologia?

A telerradiologia funciona como um serviço terceirizado contratado pelas instituições de saúde. Após a realização dos exames, os mesmos seriam encaminhados por meio da tecnologia da informação para as clínicas de telerradiologia.

A emissão de dados dever ser acompanhada de outras informações clínicas pertinentes para que os especialistas em radiologia possam interpretá-las e elaborar um parecer técnico condizente com o estado do paciente.

As vantagens da utilização da telerradiologia são os menores custos operacionais das instituições solicitantes, entrega eficiente dos laudos executados e ampliação da demanda de serviços.

Como implantar a telerradiologia?

A empresa que deseja contratar os serviços de telerradiologia deve certificar-se da idoneidade da mesma. Sendo assim, é preciso analisar a documentação necessária para funcionamento dessas empresas.

Além dos documentos comprobatórios exigidos pela vigilância sanitária tais como alvará de funcionamento, relação dos trabalhadores técnicos, área física destinada à emissão de laudo, etc é preciso assegurar que as recomendações do Conselho Federal de Medicina estão sendo seguidas.

Por isso, os gestores devem solicitar a lista dos médicos que compõe o corpo clínico de radiologistas, e o respectivo número de registro profissional.

Quais são os aspectos legais a considerar?

Para uma empresa exercer a prática da telerradiologia é importante atentar para as regulamentações do Conselho Federal de Medicina Nº 2.107/2014.

Um das determinações principais é que a empresa de telerradiologia deve manter infraestrutura adequada com recursos tecnológicos apropriados além da confiabilidade e especificidade dos laudos radiológicos emitidos.

Os médicos responsáveis pela emissão de dados radiológicos deve possuir especialização em radiologia ou diagnóstico por imagem. Além disso, são reconhecidas as áreas abrangidas pela telerradiologia: radiologia geral e especializada, tomografia geral e especializada, ressonância magnética, mamografia, densitometria óssea e medicina Nuclear.

Além disso, é proibida a atividade radiológica intervencionista a distância e em casos de exames laudados incorretamente, extraviados ou danificados tanto os médicos solicitantes quanto os especialistas serão solidariamente responsabilizados.

E você, já contratou os serviços de telerradiologia para sua empresa? Você percebeu melhorias nos serviços clínicos? Quer saber mais sobre conteúdos desse tema? Então, assine nossa newsletter e fique sempre atualizado.

É possível fidelizar clientes em laboratórios de análises clínicas?

Fidelizar clientes em laboratórios de análises clínicas é uma tarefa gerencial inovadora e desafiadora. E quando alcança esse patamar, a instituição de saúde garante benefícios personalizados ao paciente e conquista maior produtividade em seus serviços.

Para que a fidelização ocorra de forma natural e sem exageros, é importante conhecer o perfil dos pacientes atendidos, as suas principais necessidades clínicas e a forma mais correta de abordar essa questão.

Quer saber como é possível fidelizar clientes em laboratórios de análises clínicas? Então, não perca o post hoje e acompanhe as nossas dicas de como implantar essa estratégia!

Ofereça um atendimento além do esperado

Oferecer um atendimento além do esperado significa atender às expectativas não imaginadas pelo paciente.

Sendo assim, o ambiente deve ser acolhedor, com poltronas confortáveis, e a empresa precisa oferecer variadas opções de lanche para pacientes que realizam exames em jejum.

Também deve-se primar pela rapidez nas solicitações, realizar procedimentos minimamente invasivos e personalizar as orientações pós-exames, principalmente para pacientes que necessitem de cuidados especiais.

Além disso, é sempre importante manter a cordialidade e a educação com os pacientes e os seus acompanhantes, especialmente em situações em que a ansiedade e o nervosismo podem atrapalhar a rotina das atividades.

Facilite o envio e a entrega dos resultados

Uma das principais queixas dos pacientes se refere ao transtorno para buscar pessoalmente os resultados de exames.

Por isso, os laboratórios devem prezar pela comodidade e facilidade de entregar resultados e laudos de exames de diversas maneiras.

Com o advento da tecnologia e da implantação de práticas de telemedicina, já é possível enviar laudos médicos por e-mail e com aplicativos de telefones celulares e tablets. Além disso, essas informações podem ser armazenadas nos prontuários eletrônicos dos pacientes.

A compilação de dados e o histórico dos resultados dos exames é uma estratégia diferenciada, pois, dessa forma, será possível avaliar a efetividade das condutas terapêuticas e acompanhar a evolução clínica e o prognóstico dos pacientes.

Mantenha uma oferta diversificada de serviços

Para garantir a fidelização de um paciente, é preciso ofertar diversos serviços clínicos em uma só empresa. Essa situação facilita a rotina dos clientes que necessitam realizar muitos exames de uma só vez.

Além disso, garante maior produtividade das atividades clínicas e maior leque de serviços oferecidos, impactando positivamente nos aspectos financeiros.

Entenda muito de overdelivering para fidelizar clientes

Todas as atividades que mencionamos até agora neste artigo constituem o conceito de “overdelivering”, ou seja, o atendimento das expectativas para além do esperado.

Esse fundamento garante o atendimento clínico e humanizado dos pacientes, melhora a qualidade dos serviços e possibilita a recomendação para outras pessoas.

Nesse sentido, a proposta de trazer soluções práticas, personalizadas e diversificadas pode ser um diferencial na escolha do laboratório.

Ademais, se a percepção da experiência do paciente vivenciada dentro do laboratório de análises clínicas for positiva, as chances de recomendação serão muito maiores e mais efetivas do que a publicidade paga.

Afinal, os clientes comentam sobre os serviços diferenciados, o tratamento individualizado e o atendimento às necessidades biopsicossociais mesmo em um espaço destinado a serviços rápidos.

E você, já utiliza alguma estratégia para fidelizar clientes em laboratórios? Está atento às novas demandas dos pacientes? Aproveite a leitura e compartilhe esse conhecimento com os seus contatos nas redes sociais!

5 dicas de marketing para laboratórios de imagens e clínicas médicas

A área da saúde está em franca propagação no Brasil devido à divulgação realizada pelos planos de saúde. De acordo com o IBGE, existem mais de 45 milhões de convênios. Esse cenário tem estimulado a alta procura por laboratórios de análises clínicas.

Atrair clientes não é uma tarefa fácil, é preciso algumas estratégias para conquistar destaque no mercado. O marketing tem sido uma importante ferramenta para promover produtos e serviços, também na área médica.

Com este artigo você vai entender como o marketing para laboratórios de imagens pode ser a solução para aumentar os ativos dessas empresas, bem como a demanda de clientes.

Veja agora 5 planejamentos de marketing que você pode fazer para que o seu laboratório tenha sucesso:

1. Mantenha sempre a organização e a limpeza do laboratório ou da clínica

Essa é uma das principais maneiras de atrair pacientes, pois a primeira impressão sempre é a que fica. Se seus visitantes chegam e veem um ambiente limpo, com um bom aroma e organizado, eles podem perceber que estão em um lugar de alto nível com pessoas que prezam pela organização e higiene. Isso ajuda no marketing boca a boca.

2. Faça uso da tecnologia para oferecer um atendimento de qualidade

A tecnologia trouxe avanços e maior praticidade e comodidade em diversos segmentos, inclusive na medicina. Hoje é possível ter aparelhos que facilitam bastante o trabalho dos médicos, com resultados emitidos on-line de forma quase instantânea. A telemedicina está em constante crescimento e é impossível não utilizá-la.

A telemedicina permite ao médico complementar melhor sua análise por terceirizar laudos de acordo com a deficiência de especialistas de onde sua clínica é localizada, ao mesmo tempo, ele pode consultar especialistas de outros lugares de forma bastante rápida.

3. Divulgue nas redes sociais

Hoje em dia a presença nas redes sociais, como Facebook, Twitter, Instagram, entre outras, é muito importante para empresas de saúde. Isso ajuda a ter maior aproximação com pacientes.

É possível, nessas redes, construir autoridade por postar dicas de saúde ou outras relacionadas à sua especialidade. Dessa forma, o conteúdo despertará o interesse das pessoas em seguir a sua clínica ou laboratório, ajudando você a estar mais presente na mente delas.

4. Crie uma boa estratégia de atendimento

O bom atendimento é essencial para qualquer estabelecimento médico. Atender bem envolve ter atenção ao conforto e bem-estar dos pacientes antes que eles sejam atendidos. Assim, procure treinar recepcionistas a serem corteses e atenciosos com os pacientes, pois o bom atendimento é como um cartão de visitas.

Usar ferramentas on-line para saber como está o paciente é também importante. Lembretes via SMS ou WhatsApp antes e depois da consulta são detalhes que podem fortalecer e criar um vínculo mais humanizado.

5. Mantenha sua publicidade de acordo com os códigos de ética

A área da saúde, como qualquer setor, precisa de divulgação, porém existem normas que devem ser respeitadas, regras que estão contidas no código de ética desse segmento.

É importante que laboratórios e clínicas evitem a mercantilização dos seus serviços. Um profissional da área médica não deve fazer divulgação dos seus serviços de forma comercial ou criando propagandas sensacionalistas e exageradas.

Ao criar a estratégia de marketing para laboratórios de imagens, a publicidade deve ter sempre caráter informativo e de divulgação de conhecimentos já comprovados e aceitos.

E então, gostou desse artigo e quer aprofundar seus conhecimentos? Já ouviu falar sobre Telemedicina? Baixe agora o nosso e-book e saiba mais sobre essa nova tecnologia da área médica!

Além dos laudos médicos: entenda 4 aplicações da telemedicina

Muitos ainda acreditam que as aplicações da telemedicina se restringem apenas à emissão de laudos a distância, mas a verdade é que elas são diversas e vão revolucionar o processo de cuidado ao paciente.

A telemedicina propiciou avanços no monitoramento cardiovascular do paciente crítico, discussão de diagnósticos clínicos a distância, assistência remota em lugares inacessíveis geograficamente e acompanhamento das novas tendências em saúde.

Por isso, os gestores precisam considerar quais práticas da telemedicina serão úteis na empresa de saúde, avaliar os custos e programar sua implantação. Se você quer conhecer as aplicações da telemedicina além da telerradiologia, leia nosso post de hoje e fique por dentro dessas inovações!

1. Teleconsultas com especialistas

O diagnóstico de um paciente complexo deve ser analisado minuciosamente para estabelecer uma conduta considerando uma relação favorável entre risco e benefício. Um das formas de auxiliar nessa situação é discutir as informações clínicas dos pacientes com os especialistas no assunto.

Por meio de videoconferências, os profissionais de saúde discutem os dados clínicos relevantes, analisam as principais condutas possíveis, estabelecem telediagnósticos e instituem terapias mais embasadas clinicamente.

2. Monitoramento cardiovascular remoto

Os pacientes com doenças cardiovasculares crônicas ou que necessitam de cuidados ambulatoriais contínuos também utilizam as ferramentas da telemedicina. Por meio de dispositivos não invasivos inseridos de forma subcutânea, é possível mensurar as principais alterações da pressão arterial e avaliar outros parâmetros.

Essas informações são enviadas periodicamente ao médico de confiança, que envia orientações conforme as mudanças cardiovasculares observadas. Essa vantagem assegura condutas baseadas no panorama real do paciente e não nas situações cotidianas esporádicas.

3. Telecirurgia com opção inovadora

Com o advento da tecnologia e dos profundos conhecimentos fisiopatológicos do processo de saúde-doença, é possível realizar a telecirurgia. Trata-se de um procedimento realizado inteira ou parcialmente por um robô em situações de média complexidade.

Um dos exemplos de aplicação dessa tecnologia advinda da telemedicina é a introdução de stent para desobstrução de vasos sanguíneos e melhora da circulação fisiológica. Essa prática tende a eliminar os movimentos voluntários inadequados dos profissionais (tremores) e disseminar o conhecimento por meio da divulgação simultânea da cirurgia.

4. Tele-educação para profissionais

Foi-se o tempo em que os profissionais de saúde precisavam abdicar de alguns horários para frequentar aulas presenciais nos cursos de especialização e atualização. Atualmente, muitas universidade promovem cursos de aperfeiçoamento, capacitação e treinamento sobre diversos temas de forma online.

Os profissionais poderão acessar a plataforma online de ensino no momento que desejarem, no conforto e comodidade de sua residência, sem custos operacionais de transporte. Além disso, esses cursos são respaldados por instituições de ensino idôneas, fornecem certificados de conclusão de curso válidos e são bem recomendados por diversos profissionais.

As aplicações mais conhecidas da telemedicina se relacionam à emissão de laudos médicos a distância, fundamentos da telerradiologia. No entanto, o campo de atuação dessa prática ainda é pouco explorado e existem diversos aspectos em que a aplicação de conhecimentos clínicos associada aos recursos tecnológicos podem favorecer o diagnóstico e tratamento de pacientes.

Exemplos disso são a discussão de casos via videoconferência, o monitoramento remoto de pacientes ambulatoriais e a telecirurgia.

E você, já implantou alguma técnica de telemedicina no seu estabelecimento? Qual delas seria a mais indicada para suas necessidades? Quer saber mais sobre esse tema? Então baixe nosso “Telemedicina: tudo sobre essa nova tecnologia”!

Check-up em dia: quais são os exames de rotina e como oferecê-los?

Estar com a saúde em dia é uma das principais preocupações da população hoje em dia. O exercício físico regular e a alimentação balanceada são umas das principais ferramentas para alcançar esse feito, mas não são as únicas. Também é importante e necessário consultar um médico regularmente para a realização de um check-up.

Esses exames de rotina são importantes para todas as faixas etárias — não só para idosos e pessoas com doenças crônicas — justamente porque eles podem detectar precocemente problemas de saúde, prevenindo-os.

Entenda melhor quais são esses exames e como fazê-los.

Importância dos exames de rotina

Muitas pessoas acreditam que, se não estão com nenhum sintoma, é porque estão bem e não precisam procurar um profissional de saúde, mas isso pode não ser verdade. O check-up é um conjunto de exames que visa diagnosticar doenças em pessoas que não sentem sintomas. É uma ação preventiva.

A detecção de doenças em estágios iniciais é o maior benefício da prática de exames de rotina, pois nessa fase há maior chance de um tratamento bem-sucedido e de cura.

Nem sempre os médicos conseguem explicar essa importância aos pacientes, pois eles não vão a consultas. Por isso, os próprios laboratórios e as clínicas que realizam esses exames podem auxiliar nessa campanha, enfatizando a importância do check-up.

Quando fazer os exames de rotina

Como já mencionado antes, há exames de rotinas importantes para todas as idades. É claro que isso depende também da história clínica individual de cada pessoa, que pode levar à necessidade de realização de outros exames.

No entanto, há exames que devem ser solicitados para todas as pessoas de certa idade. De modo geral, adultos saudáveis devem fazer um check-up de 2 em 2 anos. Já as pessoas com fatores de risco (obesidade, colesterol elevado), de 1 em 1 ano, assim como idosos. Portadores de doenças crônicas precisam de mais acompanhamento, devendo fazer exames a cada 6 meses.

Exames de rotina por faixa etária

Cada faixa etária demanda exames específicos. Veja a seguir:

  • ao nascer: testes de triagem neonatal (teste do pezinho, audiometria, teste do coraçãozinho e teste do olhinho);
  • até os 20 anos: hemograma, colesterol, glicemia, DSTs, exame de fezes e de urina;
  • mulheres dos 20 aos 65 anos: papanicolau, ultrassonografia transvaginal, mamografia, densitometria óssea;
  • homens e mulheres de 20 a 65: exames de sangue (os mesmos de até 20 anos) e exames de sangue para sódio, potássio, cálcio, ureia, creatinina e enzimas hepáticas;
  • acima de 60 anos: exames das faixas etárias anteriores mais colonoscopia, endoscopia, exame de próstata (para homens) e eletrocardiograma.

Onde realizar check-ups

Quando marcar um médico para a realização de um check-up, é interessante pegar todos os pedidos de exames de uma vez. Se possível, realize-os todos na mesma data ou em datas próximas, para que não haja discrepância nos resultados.

Procure um laboratório confiável que emita resultados em menos tempo, facilitando o diagnóstico precoce.

Dicas para laboratórios

É interessante que os laboratórios ofereçam “pacotes” de exames de rotina por faixa etária para facilitar até o próprio pedido do médico. Também ajuda na logística para o paciente se os exames não necessitarem de marcação. Isso aumenta a chance das pessoas realizarem todos os exames e voltarem ao médico com os resultados em vez de abandonar a ideia por dar muito trabalho.

Uma questão muito importante é a agilidade na entrega de resultados. Afinal, os exames só têm valor se estiverem prontos em tempo oportuno, refletindo o real estado do paciente naquele momento.

Uma forma de agilizar essa rotina — beneficiando médicos e pacientes — é fazendo uso da telemedicina. Por meio dela, laudos de exames podem ser emitidos on-line por médicos especialistas, acelerando o processo.

Esperamos que tenha gostado do conteúdo. Interessou-se pela telemedicina como facilitadora dos processos em saúde? Então confira este artigo e saiba mais!

6 fatores que podem causar interferência em um eletrocardiograma

O eletrocardiograma, também conhecido como ECG, passou a fazer parte da prática médica após ser introduzido na área por Willem Einthoven, no ano de 1902. O exame é realizado a partir da colocação de 10 eletrodos no paciente: 2 são colocados nas pernas, 2 nos antebraços próximo aos punhos e 6 na região torácica. Esses eletrodos permitem que 12 ou mais derivações do coração e suas determinadas partes sejam registradas e avaliadas.

Apesar de já ser um tanto quanto antigo, esse exame cardiológico considerado o mais comum, que registra a atividade elétrica do coração quando em repouso e muito importante em uma avaliação do coração, pode estar sujeito a erros no seu resultado.

Para evitar que o resultado de um exame feito em um paciente saia com um resultado precipitadamente errado, continue a sua leitura e confira agora os 6 fatores que podem causar interferência em um eletrocardiograma!

1. Interferências eletromagnéticas

Muitos ainda não sabem, mas justo pelo fato de o corpo humano ser um condutor de eletricidade, ele também funciona como uma espécie de “antena natural”. Dessa forma, o corpo pode captar as variações do campo eletromagnético do ambiente, que geram outras voltagens e essas são captadas pelos eletrodos.

Esses campos eletromagnéticos podem ter as mais variadas origens, como lâmpadas fluorescentes, tomadas, fiação da rede elétrica, antenas de rádio e de TV e até mesmo um celular.

2. Interferências musculares

Todo músculo ao se contrair ou relaxar gera voltagem, assim como o coração. Como o corpo humano conta com mais de 600 músculos ao todo, os eletrodos podem captar qualquer voltagem que esses músculos geram, causando assim uma interferência no eletrocardiograma.

3. Interferências no próprio eletrodo

Ao colocar um eletrodo sobre a pele, naturalmente surge uma voltagem entre esse eletrodo e a pele. Essa voltagem pode ser bem maior do que a que é gerada pelo coração e acaba muitas vezes somando-se às voltagens que estão presentes no corpo do paciente.

Para minimizar o efeito tanto das interferências causadas pelo contato do eletrodo com a pele, como as outras interferências, indica-se usar um eletrocardiógrafo digital de boa qualidade e assim obter um eletrocardiograma de resultado confiável.

4. Limitações ou defeito no equipamento

Um eletrocardiógrafo deve conseguir captar com precisão e sensibilidade a voltagem que é gerada pela contração e relaxamento do coração e também ser capaz de distinguir essa voltagem das demais captadas pelos eletrodos.

Para realizar esse procedimento, o equipamento costuma contar com o cabo de paciente, amplificador eletrônico de voltagem, conversor analógico-digital, filtro de hardware e um bom software para ser operado.

Caso algum dos elementos ou acessórios desse equipamento venha a falhar ou não possua o desempenho adequado, o eletrocardiograma poderá sofrer alterações e, consequentemente, erros. Tais erros podem ser: apresentar grandes distorções, desaparecer completamente ou ainda gerar distorções bem sutis que possam levar a um diagnóstico incorreto.

A falta de um revestimento adequado na parte metálica do eletrodo pode também causar interferência, por mais qualidade que tenha o eletrocardiógrafo e seus acessórios.

5. Erros humanos

Os procedimentos necessários para captar um eletrocardiograma não são complicados, entretanto, o cuidado e a atenção são necessários para que pequenos erros não acabem por inviabilizar o processo.

Dentre os erros humanos mais comuns que podem causar interferência em um eletrocardiograma estão: a preparação incorreta da pele do paciente, como o uso do gel inadequado no exame, o posicionamento errado dos eletrodos e a ligação incorreta dos eletrodos ao cabo de paciente.

6. Nervosismo do paciente

O nervosismo do paciente é um dos fatores que pode causar alterações no resultado do eletrocardiograma. Um paciente ansioso, por exemplo, costuma apresentar aumento da frequência cardíaca — taquicardia. Nesse caso, pode-se tentar acalmar o paciente ou então optar por um EGC feito a distância e o laudo on-line na sua clínica, o que pode ser muito eficiente e conveniente para essas situações.

Que tal encontrar um equipamento de qualidade que seja capaz de minimizar qualquer interferência em um eletrocardiograma e oferecer resultados muito mais precisos — e satisfatórios — aos seus pacientes? Entre em contato com a Ventrix e confira nossos equipamentos e soluções!

Como garantir a segurança de dados na telemedicina?

Diante dos inúmeros avanços tecnológicos da comunicação, o setor saúde não poderia ficar de fora e, com isso, observamos o crescimento acelerado da telemedicina. Essa forma de prática médica é definida pelo uso de meios de telecomunicação para a prestação de atendimento, promoção da saúde, tratamento, troca de informações entre médicos e também para diversas pesquisas em saúde.

Entretanto, ao observar os diferentes tipos de serviços oferecidos pela telemedicina, um fator que ainda gera receio e rejeição quanto ao serviço é a dúvida quanto à confiabilidade. A segurança de dados na telemedicina tem sido questionada desde o seu surgimento, principalmente por opositores que acreditam que a telemedicina é uma ameaça ao tradicional modelo de relação entre médico e paciente.

Visando esclarecer esses questionamentos, pontuamos, neste post, algumas práticas de segurança em telemedicina para que você possa usufruir dos benefícios dessa novidade. Confira a seguir!

Os princípios da prática da telemedicina

O Conselho Federal de Medicina (CFM), na sua resolução nº 1643 de agosto de 2002, define e disciplina a prestação de serviços por meio da telemedicina. No artigo 2°, registra que os serviços deverão contar com uma infraestrutura apropriada e obedecer às normas do CFM, no que diz respeito ao arquivamento, manipulação e transmissão de dados, privacidade, confidencialidade e garantia do sigilo por parte do médico.

Resoluções mais recentes e específicas como a de nº 2107 de setembro de 2014, também reforçam a segurança na telemedicina, no caso, na telerradiologia. A presença de resoluções e normas que regulamentem o serviço são fundamentais para a garantia de que o serviço possa ser confiável.

Segurança de dados na telemedicina: criptografia

Termo muito difundido após atualizações do aplicativo Whatsapp, a criptografia é um recurso que garante o sigilo das informações que circulam na rede. Esse recurso é também utilizado nos sistemas de telemedicina e garante que quaisquer dados do paciente sejam protegidos de hackers ou terceiros que queiram acessar informações.

Garantias de segurança

Conhecer normas, regulações e ferramentas que visam a segurança da prática da telemedicina não garante que os sistemas utilizados sejam, de fato, seguros. Sabendo dessa necessidade o CFM, em convênio com a Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS), criaram a Certificação Digital e a Certificação de Software que estão em vigência desde 2002.

Certificação Digital

O certificado digital é um arquivo que identifica a pessoa (seja ela física ou jurídica) no mundo digital. Portanto, tem como objetivo garantir uma comunicação segura entre dois sistemas por meio da criptografia, e validar a assinatura eletrônica de documentos como prontuários e laudos, por exemplo.

No Brasil foi instituído um modelo padrão para garantir a autenticidade e integridade, chamado ICP-Brasil (Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira). Apenas esse padrão garante ao documento eletrônico a validade jurídica, ética e legal.

Certificação de Software

O receio quanto à segurança das informações sobre a saúde dos pacientes foi o que motivou a criação de requisitos mínimos e obrigatórios para a garantia do sigilo dessas informações.

A partir de um processo de auditoria, o sistema utilizado para usufruir dos benefícios da telemedicina é avaliado, segundo a sua categoria de sistema, para depois ser classificado em dois níveis distintos de garantia de segurança e só então receber o selo da certificação.

Meios para garantir a segurança de dados na telemedicina é o que não faltam! Ainda está com dúvidas? Oferecemos serviços de laudo a distância, com especialistas que atuam na telemedicina. Entre em contato conosco e tire suas dúvidas!

Com garantir a eficiência no atendimento de clínicas e laboratórios?

A rotina diária corrida é uma realidade de grande parte da população atualmente — principalmente de jovens adultos. É preciso muita organização de tempo para conciliar trabalho, família, lazer e cuidados com a saúde. Estamos sempre em busca das soluções mais práticas e ágeis para resolver os problemas que surgem.

O grande tempo de espera que ocorre em muitas clínicas e laboratórios gera um alto nível de estresse: para o cliente, que necessita de agilidade no serviço, e para a empresa, que tem que lidar com pacientes insatisfeitos.

Por isso, é importante investir em estratégias que levam à eficiência em clínicas e laboratórios. Confira algumas a seguir!

Comunicação efetiva com os pacientes

A comunicação com o paciente precisa ser direta e clara em todas as etapas que envolvem sua ida à clínica ou laboratório, e não só no momento que estão lá.

As ferramentas de divulgação do trabalho feito na clínica ou laboratório devem informar quais as consultas e exames realizados, endereço completo, horário de funcionamento e preparação para determinados exames.

Uma estratégia que funciona muito bem hoje em dia é o envio de lembretes ao paciente pelo celular, de preferência por mensagem ou e-mail, confirmando data e horário de agendamento e considerações específicas da consulta ou exame.

Experiência agradável

Imagine a situação: você chega a uma clínica ou laboratório lotado, sem lugar para se sentar. A secretária te trata de forma ríspida. Não há revistas ou café na sala de espera. Quando finalmente é chamado para o exame ou consulta, o profissional de saúde mal olha para você e te dá um tratamento genérico.

Difícil você voltar nesse estabelecimento, certo? Todos esses detalhes fazem diferença para criar uma experiência agradável, aumentando a chance de que aquele paciente volte para se consultar. Ter uma equipe de confiança que entende a missão da clínica é de suma importância para a eficiência em clínicas e laboratórios.

Tecnologia como aliada

A tecnologia aplicada em consultórios e laboratórios pode aumentar a eficiência do atendimento de diversas maneiras. Veja alguns exemplos:

  • uso do prontuário eletrônico: facilita que sejam rapidamente encontradas todas as informações sobre um determinado paciente;
  • agenda eletrônica com envio automático de mensagens aos pacientes: tira a sobrecarga de trabalho da secretária;
  • uso do telediagnóstico para emissão de laudos de exame: agiliza a entrega de resultados e diminui a necessidade de médicos especialistas;
  • disponibilização de resultados online: facilita a logística para o paciente.

Quando a eficiência pode salvar vidas

Quando se fala em estabelecimentos de saúde, um atendimento eficiente não só aumenta a satisfação do paciente, como pode salvar sua vida. Alguns exames específicos dependem completamente da agilidade com que sai seu resultado, para que ações imediatas possam ser tomadas.

O melhor exemplo desses é o eletrocardiograma. Ele é o responsável por fechar o diagnóstico em casos de infarto. Porém, não são todas as unidades que contam com um cardiologista de plantão. Mais uma vez, a telemedicina pode ajudar, com a emissão de laudos cardiológicos à distância por especialistas.

A eficiência em clínicas e laboratórios traz inúmeras melhorias no dia a dia: satisfação do cliente, melhor ambiente de trabalho para os profissionais de saúde, maior chance de melhoria da saúde dos pacientes e até mesmo de salvar suas vidas! Esteja atento às inovações que podem ajudar nessa melhora, como é o caso da telemedicina.

Quer saber mais sobre telemedicina e telediagnóstico? Baixe nosso e-book e entenda tudo sobre essas novas tecnologias!

4 dicas fundamentais para montar uma clínica de telemedicina

A telemedicina vem ganhando espaço, e cada vez mais clínicas e laboratórios buscam agregar serviços e inovação a suas atividades para atender à demanda de mercado que fomenta a modalidade de serviços. Entretanto, antes de montar uma clínica de telemedicina, é preciso tomar cuidados específicos, visto que o setor se sujeita a características especiais e demanda novos rumos empresariais.

Para você que deseja montar uma clínica de telemedicina e está estudando os pontos positivos, negativos e as exigências para tanto, separamos essas dicas especiais, que certamente vão ajudar a sanar suas dúvidas. Acompanhe!

1. Os meandros legais do modelo de atendimento médico

A telemedicina trata especificamente de um modelo novo de atendimento, por meio do qual os pacientes interagem com os médicos e com as clínicas em sistemas on-line, tendo acesso a dados clínicos, resultados de exames e até consultas a distância.

Em função dessa inovação, é preciso estar atento às leis que regem o tema para não incorrer em falhas por falta de conhecimento. Portanto, busque conhecer:

  • A RESOLUÇÃO CFM nº 1.643/2002, que disciplina a modalidade de prestação de serviços.
  • A RESOLUÇÃO CFM Nº 1890/2009, que normatiza a Telerradiologia;.
  • A RESOLUÇÃO CFM Nº 1.821/2007, que trata das normas técnicas relativas à documentação dos pacientes.
  • A RESOLUÇÃO CFM nº 1.983/2012, que normatiza o CRM Digital.
  • O DESPACHO SEJUR N. 194/2013, que define a forma de registro da clínica no Conselho Regional de Medicina local.

2. A atenção ao modelo de comodato

O comodato é uma das formas mais comuns e menos dispendiosas de se investir no ramo, visto que o acesso à aparelhagem, aos equipamentos e aos sistemas se dá por um regime de cessão dessa infraestrutura, mas, para escolher aquele que mais se adapta à necessidade do seu investimento e escolher de forma segura, leve em consideração:

  • O registro da empresa no Conselho Regional de Medicina, que assegura sua legalidade, seriedade e as condições apropriadas de funcionamento.
  • O registro dos aparelhos na ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), para garantir a segurança e o bom funcionamento de toda a aparelhagem a ser utilizada na sua clínica.
  • A pesquisa de preços, comparando o custo-benefício das opções e escolhendo o preço mais adequado, de acordo com os serviços e produtos oferecidos.
  • Os prazos de entrega dos laudos, que são melhores quanto mais profissional e qualificado é o serviço — e devem ser priorizados. Prazos menores, além de atraírem um público mais exigente, otimizam o trabalho e favorecem o rápido diagnóstico.
  • O suporte da fabricante dos equipamentos e das empresas prestadoras de serviços, que deve ser célere e constante, de modo a evitar falhas e paradas de funcionamento.

3. A flexibilidade dos contratos

Amarrar-se a um contrato é um comprometimento sério para empresas que atuam com a inovação, dado o dinamismo de tudo que é ligado à tecnologia. Portanto, busque contratos que garantam a atualização dos equipamentos e das tecnologias envolvidas na prestação do serviço, garantindo o upgrade de toda a infraestrutura sempre que houver uma atualização.

4. A escolha dos melhores fornecedores

A telemedicina é um catalisador do acesso à saúde e refaz todo o atendimento médico como o conhecemos. Portanto, é preciso que os fornecedores tenham congruência com esse pensamento, atuando em favor do amplo acesso à inovação médica.

Essa importância se dá pelo fato de que há uma relação de parceria entre clientes e fornecedores, e é preciso que ambos trabalhem para o mesmo fim. Só assim se pode garantir que as decisões e ações conjuntas funcionem em perfeita consonância.

A Ventrix, como fornecedor de produtos e serviços que contribuem para esse quadro, acredita que a telemedicina amplia os horizontes da medicina e promove o acesso dos pacientes à saúde por meio da tecnologia e da inovação.

Entre em contato conosco e saiba como podemos ser um parceiro importante para montar uma clínica de telemedicina de sucesso!

Como aumentar a eficiência na entrega de diagnósticos?

Quando o assunto é saúde, o tempo é um fator determinante para o sucesso do tratamento. Pacientes com doenças raras, por exemplo, muitas vezes sofrem de grandes consequências por não terem sido diagnosticados em tempo oportuno. Além disso, os clientes em geral vêm exigindo serviços cada vez mais rápidos, e as clínicas de diagnóstico precisaram se adaptar para atender essa demanda.

Neste post, mostraremos algumas dicas para a sua clínica investir na qualidade e na eficiência na entrega de diagnósticos. Confira!

Ciclo com várias etapas do exame ao diagnóstico

Antes da entrega do diagnóstico existem etapas que também influenciam a eficácia da etapa final. Dessa forma, é preciso entender o ciclo laboratorial para saber onde intervir em cada uma das suas fases.

O ciclo do teste laboratorial tem início no momento em que o paciente procura o médico e o exame é solicitado. A partir de então, procura-se a clínica para o agendamento, momento que é a porta de entrada, compondo a segunda etapa do ciclo.

Uma vez agendado, o exame será realizado por meio das imagens e testes necessários, que serão encaminhados para um especialista. O médico analisa o material e redige o laudo para o profissional solicitante. Apenas nesse ponto é que temos, então, a entrega do diagnóstico para que seja determinado o tratamento adequado a esse paciente.

Mudanças para a eficiência na entrega de diagnósticos

A partir do ciclo do teste laboratorial é possível compreender que a entrega de diagnósticos depende da eficiência em todas as etapas e não apenas no momento da entrega ao paciente.

Visando uma mudança efetiva, é necessário que a clínica repense a seus métodos, como é a proposta do conceito Lean. A técnica, desenvolvida no Japão pela Toyota, é hoje a filosofia adequada para que seu laboratório consiga lidar com as dificuldades e cobranças do mercado da saúde.

Os principais objetivos do Lean são: busca contínua pela eliminação do desperdício, redução de custos, aumento da qualidade e velocidade dos atendimentos e otimização do que é valor para o cliente, sendo ele o principal foco de todo os serviços oferecidos.

Baseando-se nessa filosofia é possível, portanto, modificar processos e investir em tecnologias que permitam o alcance dos objetivos.

Outras soluções em prol da agilidade

A automatização de processos é uma escolha que permeia todas as etapas do ciclo do teste laboratorial, pois pode acontecer desde o agendamento até a entrega do resultado, passando pela tecnologia durante a realização do exame.

Apostar no agendamento on-line é uma solução que facilita o acesso dos clientes à clínica, conferindo agilidade e redução de custos. Com a implantação desse processo, é possível fazer as marcações por qualquer meio que possua uma rede de acesso à internet, o que demanda menos tempo que uma ligação e não necessita de funcionários para a realização do agendamento.

Da mesma forma, a entrega dos laudos pode acontecer de forma virtual. Assim como no agendamento on-line, o conforto de acesso por qualquer meio que possua internet, em qualquer hora e lugar, confere à clínica a agilidade que o paciente necessita para receber seu diagnóstico.

Investir em equipamentos de alta tecnologia também é outra solução. Quanto maior a qualidade da imagem e opções que a máquina oferece, maior a facilidade na leitura e formulação do laudo do exame e, consequentemente, na entrega de diagnósticos.

Concluímos, então, que opções é o que não faltam para aumentar a eficiência na entrega de diagnósticos. Gostou das nossas dicas? Quer saber mais sobre resultados on-line? Então leia sobre as 5 vantagens de disponibilizar on-line o resultado de exames.